3 de Dez. de 2019 às 07:00

PJC nega que transferência de delegados tenha relação com denuncia de prefeito

Gazeta MT

A Polícia Judiciária Civil (PJC) negou na tarde de segunda-feira (02), que a transferência dos delegados Lindomar Tofoli e Anderson Veiga, da Defaz tenham sido feitas por "pressão política, após o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), tê-los denunciado por perseguição.

O afastamento ocorre em meio a denúncia do prefeito de Cuiabá, de que Tofoli e o delegado Anderson Veiga teriam sidos pressionados a "incriminá-lo", com base em um boletim de ocorrência feito pela servidora da Saúde municipal Elizabete Maria de Almeida.

"Desta forma, a Polícia Judiciária Civil repudia veementemente as falas atribuídas ao atual prefeito de Cuiabá, constantes em matérias publicadas na imprensa, no sentido de que dois delegados de polícia estariam sendo transferidos da Defaz por “pressão política” ou por qualquer outro motivo que não seja absolutamente técnico e pautado no interesse da administração pública", diz trecho de nota.

Ainda conforme a PJC, a transferência dos delegados é em decorrência da criação da Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (DECCOR) via Decreto 267/2019 publicado em outubro deste ano, ou seja, mais de um mês antes da lavratura do Boletim de Ocorrência supracitado.