12 de Junho de 2018 às 07:19

Professores iniciam curso de políticas de igualdade social

O curso é uma extensão, oferecida de forma gratuita para proliferar a igualdade racial nas instituições educacionais

Gazeta MT

A 9ª edição do projeto Rio é nosso teve cerca de 22 toneladas de lixo retirados das margens e das águas do córrego Arareau em Rondonópolis. A coleta dos materiais aconteceu na manhã do último sábado (9) coordenada por um grupo formado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), Juizado Volante Ambiental (Juvam), o Ministério Público do Estado (MPE) e a ONG Cantinho de Proteção Animal.

Os 73 metros cúbicos de lixo chamam a atenção visto que, em comparação à quantidade de lixo retirada na última edição no ano passado que foi de 15 toneladas, a população se mostra despreocupada com as questões ambientais e continuam descartando lixo e materiais que poderiam ser reciclados pelas ruas. A consequência são os córregos e rios cada vez mais cheios de lixo.

As ações de limpeza envolveram cerca de 500 pessoas e tiveram início na ponte do Anel Viário seguindo toda extensão do córrego até chegar na rua José Barriga, num percurso divido em nove trechos. Consolidado em Rondonópolis, o projeto chegou a reunir cerca de 1.600 pessoas durante o evento no ano passado.

O secretário de Meio Ambiente do município, João Copetti Bohrer, comentou que o volume foi grande devido alguns trechos não receberem a atenção devida na última edição e também por conta de que foram formados alguns pontos de depósito irregulares de resíduos. "A população ainda não se deu conta que é responsável pela destinação adequada dos resíduos o que tem gerado ônus para o município", relatou.

Para combater esse tipo de ação, Copetti comentou que a Semma tem trabalhado com campanhas de conscientização ambiental e viabilizado estruturas para destinação desse material, mesmo não sendo do município a responsabilidade de criar esse processo.