11 de Set. de 2018 às 14:46

Espetáculo “Qual vai ser?” chega a Rondonópolis

Peça que aborda o empreendedorismo e cooperativismo passará por Mato Grosso com apresentações adaptadas para deficientes

Gazeta MT

Desde 2015 na estrada, o espetáculo "Qual Vai Ser?", com o texto da dramaturga Dedé Ribeiro, um elenco de estrelas e a direção do premiado Daniel Colin, de Porto Alegre, vêm fazendo sucesso nas regiões mais conhecidas e também nas mais remotas do Brasil. Chega agora, em localidades do Centro Oeste, Norte e Nordeste do Brasil. Rondonópolis recebe o espetáculo dia 20 de setembro em apresentação com audiodescrição, para pessoas com deficiência visual e também tradução e interpretação em Língua Brasileira de Sinais, LIBRAS, para pessoas surdas, oportunizando que mais pessoas tenham a possibilidade de assistir ao espetáculo.

A primeira turnê, em 2015, visitou oito estados, 92 municípios e reuniu um público de mais de 28 mil pessoas. Em 2016/2017 o grupo passou por 83 municípios em estados como Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Acre e o Rio Grande do Sul. Ao todo, nas primeiras temporadas, foram 175 apresentações que somaram mais de 53 mil espectadores, 167 municípios e aproximadamente 76 mil quilômetros rodados. E o espetáculo segue em frente em sua terceira temporada: a nova turnê se iniciou dia 12 de março no RS, passou por inúmeras cidades do RS, Santa Catarina, Paraná e São Paulo.  A turnê 2018 prevê apresentações com abrangência de 80 municípios em dez estados.

Com realização da Fundação Sicredi e financiamento do Ministério da Cultura, "Qual vai ser?" é um espetáculo bem humorado que trata de um momento importante na vida de quem está escolhendo uma profissão ou recém entrou para a faculdade e busca formas de enfrentar os novos desafios. A peça mistura as linguagens de comédia e stand-up para contar a história de um jovem que muda a vida da família e da cidade a partir dos encontros e descobertas que faz. Temas como empreendedorismo e cooperativismo aparecem dentro de sua aplicação cotidiana, sem um formato didático, fazendo com que os personagens tenham grande empatia entre o público jovem. A faixa etária média prevista é entre 16 e 23 anos, o que contribui para a apresentação a grupos escolares, inserindo esses jovens ao mundo do teatro e consequentemente da cultura.