Concurso

Mohamed quer participação de equipe de transição em discussões

Juntamente com Reginaldo Santos (PPS), Mohamed Zaher (PSD) cobrou novas reuniões antes de levar o projeto à votação

por GazetaMT

01 de Novembro de 2012, 01h58

Mohamed quer participação de equipe de transição em discussões
Mohamed quer participação de equipe de transição em discussões

O primeiro projeto para organizar a realização do concurso público que abrirá 1.025 vagas na Prefeitura de Rondonópolis foi apresentado nesta tarde para os vereadores. O projeto altera a lei de Programa de Cargos, Carreiras de Salários (PCCS) dos servidores públicos municipais, excluindo cargos, ampliando vagas nas secretarias e criando novos cargos.

As alterações do texto da lei serão discutidas amanhã (01.11) às 9 horas por uma comissão formada por vereadores, funcionários da prefeitura, Sispmur (Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Rondonópolis) e por dois membros da equipe de transição de governo do prefeito eleito, Percival Muniz.

A reunião contempla solicitações dos vereadores Mohamed Zaher (PSD) que indicou a discussão com a equipe de transição de governo e do vereador Reginaldo Souza Santos (PPS) que solicitou discussão também com o sindicato dos servidores para poder estudar as alterações da lei.

Para o vereador Mohamed, é de fundamental importância que a equipe de transição esteja presente na discussão do concurso, cujo processo deverá ser iniciado nesta gestão e finalizado na próxima. "Estamos tratando de um concurso público que irá atender a uma gestão futura, nada mais ético do que discutir tudo com quem estará administrando a cidade no próximo ano". O projeto que será discutido ainda não tratará das questões inerentes a realização do concurso propriamente dito.

O concurso deverá abrir 1.025 vagas e deverá deixar outras 1.025 no cadastro de reserva. Segundo levantamento feito pela prefeitura, seria necessário a abertura de 3 mil vagas para suprir a demanda da prefeitura mas financeiramente a proposta é inviável. O concurso está sendo realizado para atender solicitação do Ministério Público. Segundo dados da atual administração, 2 mil funcionários estão trabalhando sem respaldo legal de contrato, pois as leis de contratações foram consideradas inconstitucionais. O valor estimado ser gasto com o concurso é de pouco mais de R$ 1 milhão. O edital para a licitação da empresa que fará as provas deverá ser divulgado nos próximos dias.

 

((Com informações da assessoria))