Caciques do PR e PMDB se estranham e podem causar novo racha na base governista

por GazetaMT

01 de Julho de 2014, 09h19

Caciques do PR e PMDB se estranham e podem causar novo racha na base governista
Caciques do PR e PMDB se estranham e podem causar novo racha na base governista

Teté Bezerra (PMDB), ex-secretária na pasta de Turismo no Estado, atual deputada estadual e esposa do cacique Carlos Bezerra, líder máximo do PMDB no estado e candidato pela milésima vez a deputado federal, foi indicada como vice-governadora na chapa da base governista encabeçada pelo petista Lúdio Cabral. Mas a decisão está longe de ser definitiva.

Na tarde ontem (30), Wellington Fagundes (PR), candidato ao senado e líder do PR no Estado, criticou a forma como Teté foi escolhida e sugeriu que o PMDB estaria disposto a abrir mão desta vaga - que poderia então passar para o deputado federal Roberto Donner, do PR.

O problema é que Fagundes não combinou a resposta com o casal Bezerra. O presidente do PMDB não gostou nada das críticas do republicano e reagiu dois tons acima. Disse que pode pedir de volta a candidatura ao Senado ou mesmo abandonar o grupo de Lúdio Cabral.

Carlos Bezerra chegou a telefonar para José Riva e não descartou a possiblidade de que o PMDB passe a apoiar a candidatura ao Governo lançada ontem pelo PSD. Neste caso, os peemedebistas lançariam Sebastião Julier como candidato ao Senado - na vaga que, por enquanto, o PSD ofereceu ao ex-presidente da Famato, Rui Prado.

Como vemos, apesar do prazo para as convenções ter terminado, as discussões continuam e muita coisa ainda pode mudar.

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