Impasse na Educação
Professores da rede estadual continuam de braços cruzados
Os professores estão paralisados desde o dia 27 de maio e cobram o cumprimento da Lei 510/2013.
01 de Julho de 2019, 18h00
Os professores da educação estadual decidiram, durante a Assembleia Geral nesta segunda-feira (01), pela continuidade da greve, que já se prolonga por mais de um mês. Mesmo com as recentes negociações do Executivo, que atendeu parte das reivindicações e ainda se comprometeu em suspender o corte do ponto, caso a categoria volte às salas de aula, os educadores não abrem mão das principais pautas, que ainda não foram atendidas pelo governo, que é a exigência do cumprimento da Lei 510/2013, que assegura a dobra do poder de compras dos salários e o pagamento do Reajuste Geral Anual (RGA).
O governador, Mauro Mendes (DEM), alega que no momento não pode atender a categoria, pois está impossibilitado legalmente de conceder o aumento da categoria, pois a concessão infringe a Lei de Responsabilidade Fiscal, já que o Estado ultrapassou o limite de 49% da receita, com o pagamento a folha salarial. Diante do impasse, os professores seguem fora das salas de aula e esperam por uma posição do Executivo, que atenda as principais pautas da categoria.