DIA HISTÓRICO
Autoridades do Estado se pronunciam sobre saída definitiva de Dilma
01 de Setembro de 2016, 08h49
Autoridades dos três poderes constituídos de Mato Grosso se pronunciaram sobre a saída definitiva de Dilma Rousseff (PT) do Palácio do Planalto na quarta-feira (31), após votação no Senado, com placar de 61 a 20. Agora, oficialmente, o presidente do país é Michel Temer (PMDB), foi empossado horas depois.
Para o governador do Estado, Pedro Taques (PSDB), o momento é de reconstruir o país, que passa por instabilidade econômica e política. Ele lembrou que foi o primeiro governador a pedir a saída da petista.
"Passado esse período de instabilidade política e econômica, creio que a nossa missão é unir esforços para a reconstrução nacional, o que inclui trabalho exaustivo na construção de uma agenda positiva. O cidadão quer serviços públicos de qualidade. O tempo não para. O momento é de trabalho. A União precisa nos ajudar a superar os desafios que se colocam diariamente", pronunciou o governador através das redes sociais.
O presidente da Assembleia Legislativa, Guilherme Maluf (PSDB), comentou que a partir de hoje a história do país terá um novo capítulo. "Que comece um novo ciclo no Brasil. Um ciclo de esperança, trabalho e transparência, visando o desenvolvimento do país e o melhor para todos os brasileiros".
Já o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), desembargador Paulo da Cunha, disse que não acompanhou o processo de votação do impeachment, porque estava trabalhando no interior do Estado.
Ele lamentou não poder se pronunciar sobre a questão. "Prefiro não comentar, pois não vi como foi a votação".
Apesar de ter sido cassada, Dilma Rousseff não perdeu os direitos políticos por 8 anos, conforme decisão dos senadores após o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, propor votação em separado.
Com informações Gazeta Digital