Aumento

"Não podemos revogar um ato da gestão passada", diz secretário sobre aumento da tarifa de ônibus

Segundo Fábio Garcia, as planilhas de gastos serão analisadas e até 5 de fevereiro deve dar uma resposta a população

por YURI RAMIRES/ DE CUIABÁ

10 de Janeiro de 2013, 09h00

"Não podemos revogar um ato da gestão passada", diz secretário sobre aumento da tarifa de ônibus
"Não podemos revogar um ato da gestão passada", diz secretário sobre aumento da tarifa de ônibus

Para os manifestantes, o preço da tarifa é um roubo - Foto: Yuri Ramires/GazetaMTOs manifestantes que 'bateram panela' na porta na prefeitura na manha de quarta-feira (9) não recebeu a atenção de Mauro Mendes, mas no fim, conseguiram ao menos um diálogo com o secretário municipal de Governo, Fábio Garcia.

Entraram para a reunião uma comissão formada por estudantes e sindicatos, que tinham como objetivo discutir os reais motivos do aumento da tarifa do transporte coletivo público em Cuiabá e Várzea Grande.

Segundo Fábio, a prefeitura irá analisar a planilha de gastos. "Não podemos revogar um ato da gestão passada, antes de qualquer atitude, vamos analisar e ver o que podemos fazer", conta.

Porém, o secretário admite que se estiver tudo dentro dos conformes, nada poderá ser feito. "Se estiver tudo correto, não podemos desfazer o procedimento", explicou. "Vamos ver se existe alguma justificativa para a prefeitura agir. Não podemos simplesmente revogar uma lei", completou. 

A prefeitura terá até 5 de fevereiro para que a análise das planilhas sejam feitas, data em que o legislativo da capital volta do recesso, ação que Eduardo Matos, representante do movimento concorda. "Dessa forma, poderemos discutir essa questão já com os vereadores", completou. 

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