Imposto

Mendes afirma que novo Pronto Socorro de Cuiabá não sairá em 2013 caso revoguem aumento do IPTU

"Sem dinheiro não dá para fazer nada. Se eles revogarem o aumento no IPTU, a população precisará entender isso", afirmou em coletiva

por YURI RAMIRES/ DE CUIABÁ

10 de Janeiro de 2013, 14h30

Mendes afirma que novo Pronto Socorro de Cuiabá não sairá em 2013 caso revoguem aumento do IPTU
Mendes afirma que novo Pronto Socorro de Cuiabá não sairá em 2013 caso revoguem aumento do IPTU

Polêmicas é o que não faltam no começo da gestão de Mauro Mendes na prefeitura de Cuiabá. Depois da eleição da Mesa Diretora da Câmara, o manifesto contra o aumento da tarifa do transporte público, Mendes afirma que se a Câmara revogar reajuste do IPTU, não será possível iniciar a construção de um novo Pronto Socorro na capital, proposta que o mesmo usou em suas campanhas. 

O aumento de 25% do Imposto Sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbano (IPTU) de Cuiabá foi aprovada pelos parlamentares da Câmara Municipal no final da gestão do prefeito Chico Galindo. Porém, a nova gestão de vereadores buscam formas de identificar irregularidades no aumento do imposto e pensam até em revogá-la. 

Segundo Mendes, além de prejudicar na construção da nova unidade de saúde, será impossível contratar médicos para atender nos postos de saúde e nas policlínicas dos bairros da grande Cuiabá. "Sem dinheiro não dá para fazer nada. Se eles revogarem o aumento no IPTU, a população precisará entender isso", afirmou em coletiva. 

O prefeito ainda afirmou que a verba municipal não é suficiente para uma obra deste porte e que a prefeitura de Cuiabá, sob seu comando, só fechará compromissos financeiros se houver dinheiro em caixa que seja suficiente para quitar quais quer tipo de obra. 

O aumento do IPTU em Cuiabá foi decidido após um estudo feito por Chico Galindo que verificou a baixa arrecadação da Prefeitura. Outro argumento foi que o imposto seria um dos menores entre todas as capitais do Brasil. Mauro por sua vez, soube do aumento pois participava da transição e disse que o considera correto.