CHAPA ÚNICA

Eduardo Botelho é reeleito presidente da ALMT

A eleição contou apenas com uma chapa, cujas modificações excluíram os deputados João Batista (PROS) , antes era 2° vice-presidente e Valmir Moretto (PRB) que havia assumido a 2° secretaria

por Karollen Nadeska, de Cuiabá

10 de Junho de 2020, 12h22

None
Divulgação

Com apenas uma chapa inscrita, denominada “União e Trabalho”, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) elegeu nesta quarta-feira (10), a nova mesa diretora que comandará o biênio 2021-2022.

A chapa encabeçada pelo deputado estadual Eduardo Botelho (DEM), assim então foi seguida nas posições e complementações com a 1ª vice-presidente deputada Janaína Riva (MDB), 2° vice-presidente deputado Wilson Santos (PSDB), 1° secretário Max Russi (PSB), 2° secretário deputado Valdir Barranco (PT), 3° secretário Delegado Claudinei (PSL) e 4° secretário, deputado Paulo Araújo (Progressistas).

As únicas alterações feitas foram as substituições pelos deputados que compuseram o a mesa em 2019/2020, sendo João Batista (PROS) que era 2° vice-presidente e Valmir Moretto (PRB), que havia assumido a 2° secretaria.

A primeira a ser acionada pela chamada nominal a assinar a ficha de votação e depositar o envelope na urna, foi a deputada Janaina Riva. A deputada está gestante e por isso faz parte do grupo de risco da Covid-19. Em seguida os parlamentares Dr. Gimenes (PV), Dr. João (MDB), Romoaldo Júnior (MDB), Wilson Santos, Carlos Avallone (PSDB), Nininho (PSB), Silvio Favero (PSL), Valmir Moretto, Dilmar Dal Bosco (DEM), Sebastião Resende (PSC), Dr. Eugênio (PSB), Elizeu Nascimento (DC), João Batista, Thiago Silva (MDB), Paulo Araújo (Progressistas), Delegado Claudinei, Xuxu Dal Molin (PSC), Faissal (PV), Ulisses Moraes (PSL), Valdir Barranco, Max Russi, Eduardo Botelho, Lúdio Cabral (PT).

Para ser eleita, a chapa única deveria conter pelo menos 16 votos dos 24. Entretanto, acabou vencendo na sessão especial, com 22 votos favoráveis, 1 contra e uma abstenção.

A sessão precisou ser sucumbida em razão da pandemia do novo coronavirus, tendo os parlamentares fazendo uma votação rápida e atendendo a recomendação da organizações sociais para manter distanciamento social de no mínimo 1,5 metros.