Autor de erro histórico, Bezerra tenta dar lição em líderes partidários
11 de Janeiro de 2014, 11h56
O deputado federal e presidente regional do PMDB, Carlos Bezerra,deu entrevistas nesta semana criticando a conduta do colega de bancada e presidente regional do Partido da República, Wellington Fagundes, nas discussões visando a eleição deste ano. Falou sobre o que não devia e pode acabar ouvindo o que não queria.
Wellington tem conversado abertamente com os partidos de oposição que articulam a candidatura do senador Pedro Taques (PDT) ao Governo do Estado. Mas Bezerra sugeriu que a tentativa de aproximação com os oposicionistas teria interesses escusos e ocorre contra a vontade de lideranças e militantes republicanos.
Se há interesses escusos ou não, o Buxixo não sabe. Mas o fato é que ninguém do PR reclamou até o momento e, cá entre nós, Bezerra não é a pessoa mais indicada para questionar a conduta de dirigentes partidários.
Os mais atentos ainda se lembram da forma como ele arrastou o PMDB para aquela fatídica aliança com o PFL de Júlio Campos, em 1998, por razões ainda hoje inconfessáveis.
Diferente do que ocorre atualmente no PR, na época muitos peemedebistas discordaram publicamente da união com os arquirrivais. E alguns acabaram sendo expulsos por isso...
Ou seja, em se tratando de articulações e condução partidária, Bezerra definitivamente não é o melhor exemplo a se seguir.