PARTICIPATIVO
Suplentes com mais protagonismo será a tendência para as futuras legislações, diz Manoel Mota
E criação da Universidade Federal de Rondonópolis está entre as prioridades da composição do Senador Wellington Fagundes, Yanai e Mota
11 de Dezembro de 2014, 17h04
O professor universitário aposentado e 2º suplente do senador da republica eleito Wellington Fagundes (PR), Manoel Mota (PCdoB) esteve em
Rondonópolis para as festividades de aniversário de 61 anos de emancipação politica da cidade. E aproveitou estadia para visitar a redação do GazetaMT, onde falou sobre política e educação, principalmente sobre a maior participação dos suplentes junto ao trabalho do titular e também destacou a importância da criação da Universidade Federal de Rondonópolis.
Segundo Manoel Mota, de tempos em tempos volta a discussão para o fim das suplências na estrutura politica e principalmente as duas suplências para a chapa de senador da república, ele prevê que o assunto deve ser retomado com a eminência da reforma politica brasileira. “O que se colocava é que estas suplências não tinham muita legitimidade, pois só serviam para acomodar interesses familiares dos senadores ou então uma composição mais ligada a questão econômica de financiadores de campanha”, comentou.
Em contra partida ao movimento do fim das suplências, inicia-se na politica uma tendência a valorização destas posições dentro da composição. “A forma de se destacar estas suplências é dar um certo protagonismo politico. Um exemplo foi a escolha tanto do Jorge Yanai, como a minha junto a candidatura do Wellington Fagundes, os nomes foram escolhidos muito em função da possibilidade em dar a essa expressão politica a suplência , pela liderança exercida por Yanai no norte do Estado, e eu muito em função de meu trabalho na academia e minha atuação dentro da esquerda de Mato Grosso e esta escolha deste nomes creio que ajudou sobre maneira na eleição de Wellington”, destacou Mota.
Sobre a criação da Universidade Federal de Rondonópolis, Manoel que é um dos primeiros entusiastas da ideia de transformar o campus local em uma instituição autônoma, desde os meados da década de 90, destaca a importância da vinda de uma segunda universidade para o Estado. “ A importância não é só sob o ponto de vista acadêmico, mas também sob o a ótica civilizatória, por que uma universidade não é só a formação de graduados ou a instalação da pesquisa na região, pois pode agregar valor na questão cultural, econômica e por que politica da cidade”, explicou.
Uma das principais bandeiras do senador eleito Wellington Fagundes em seu mandato, destaca o suplente será a criação da Universidade em Rondonópolis. “Eu acredito que neste segundo mandato da presidente Dilma, a nossa Universidade sai do papel e vire realidade. Esse é um compromisso de luta de Wellington que fará gestão junto ao governo federal para que o processo ande”, finalizou Manoel Mota.