Com atraso, consultoria da Prefeitura recolhe amostras para analisar problemas na Travessia Urbana
11 de Maio de 2012, 14h57
A equipe da Diefra Engenharia e Consultoria Ltda iniciou ontem (10) a coleta de amostras do pavimento que apresentou problemas no trecho recém-entregue da obra da travessia urbana em Rondonópolis. O objetivo é produzir um novo laudo sobre a origem dos problemas, que causaram a paralisação da obra em fevereiro deste ano. A Diefra já recebeu do município mais de R$ 600 mil reais para fiscalizar a execução da obra, mas até hoje não explicou porque não detectou as falhas com antecedência.
O estudo foi solicitado pela Prefeitura de Rondonópolis, que pretende comparar esses resultados com os apresentados em outro laudo, entregue pela Objetiva Engenharia (que executa a obra) e pela Consultoria Maia Melo (contratada pelo DNIT). Só após isso a Secretaria Municipal de Infraestrutura informará que medidas tomará em relação as falhas ocorridas na 'fiscalização'.
Vale ressaltar que a consultora contratada pelo DNIT a um custo bem maior (R$ 100 mil/mês) também não foi capaz de detectar os problemas no tempo correto. A diferença é que, enquanto a Prefeitura se recusa até a admitir que houve falhas da consultoria, o DNIT já abriu inquérito para definir que punições aplicará à sua contatada.
O inquérito do DNIT deve ser concluído neste mês e pode resultar em cancelamento de contrato e multas. Já por aqui...