PATRULHAMENTO aquático

Juvam de Cáceres com apoio do Gefron realiza fiscalização no Rio Paraguai

Ação tem com objetivo de verificar possíveis danos ambientes, pesca predatória, além de conhecer um pouco a realidade local dos ribeirinhos

por GazetaMT

11 de Maio de 2016, 09h49

Juvam de Cáceres com apoio do Gefron realiza fiscalização no Rio Paraguai
Juvam de Cáceres com apoio do Gefron realiza fiscalização no Rio Paraguai

O Juizado Volante Ambiental (Juvam) da Comarca de Cáceres (225 km a oeste de Cuiabá) realizou um patrulhamento fluvial no Rio Paraguai e afluentes, com o objetivo de verificar possíveis danos ambientes, pesca predatória, além de conhecer um pouco a realidade local dos ribeirinhos.

A fiscalização, que contou com o apoio do Grupo Especializado em Fronteira (Gefron), foi realizada pela equipe do Juvam e da magistrada responsável pelo juizado, Hanae Yamamura de Oliveira, que percorreu 180 km, entre a cidade de Cáceres e a Estação Ecológica do Taimã.

O trabalho de policiamento no rio teve início às 7h30 do dia 5 de maio e terminou às 18 horas. As atividades, ostensiva-preventiva, proporcionaram à magistrada uma oportunidade de conhecer in loco as áreas que jurisdiciona o Juvam.

Além disso, a juíza pôde conhecer de perto a realidade dos pescadores, tanto os profissionais, quanto os amadores, além dos turistas que visitam a região para pescar.

O Juvam de Cáceres realiza um trabalho intenso de fiscalização durante o ano todo, que vai além da parte fluvial. A equipe, formada por servidores e policiais militares ambientais, fiscaliza também barcos hotel, destinados ao turismo, além de fazendas e patrulhas na parte terrestre. O juizado recebe ainda denúncias de maus tratos de animais, que são checadas in loco. O Juvam fiscaliza também denúncias relativas à poluição sonora e à captura de animais silvestres.

"Nós recebemos muitas denúncias de desmatamento, caça, extração de madeira e pesca predatória. Pedimos que as pessoas não tenham medo de fazer as denúncias. Quando uma pessoa liga e pede para não ser identificada, nós a mantemos no anonimato", explica o agente do Juvam de Cáceres, Sebastião Dario de Oliveira.

Assessoria TJ/MT