VOTAÇÃO DO IMPEACHMENT I
Segundo a discursar, Medeiros diz que governo está parado “há mais de ano”
11 de Maio de 2016, 16h59
O segundo senador a discursar no dia em que o plenário do Senado decide o futuro da presidente Dilma Rousseff (PT) frente ao cargo maior da República, o senador por Mato Grosso e rondonopolitano José Medeiros (PSD), como o esperado, votou em favor do impeachment. Novidade, neste caso, foi o discurso.
Claro e objetivo, Medeiros disse que o "governo acabou e está parado há mais de ano". O senador sustentou que o país vive uma terrível crise econômica e política causada pelo atual governo e por isso votou pelo afastamento da petista. Ao falar sobre a edição de decretos orçamentários supostamente sem autorização do Congresso Nacional, Medeiros disse que "o governo já gastava mais do que a lei autorizava e decidiu gastar mais".
"E o que é pior, sem ter pedido ao Parlamento a autorização necessária para fazer isso. De uma só vez o governo ignorou regras fundamentais das finanças públicas e da separação dos Poderes", afirmou.
Para o parlamentar, Dilma enganava o povo mascarando as contas do governo e escondia a situação fiscal do país, que era preocupante. A votação segue no Senado.
Com informações de Valor Econômico