40 MIL MORADIAS

Governador lembra dificuldades: “A casa própria foi uma realização para mim e será para milhares de beneficiados do programa”

Mauro Mendes destacou importância de investimentos em habitação, que foram reforçados em evento

por Da redação

11 de Julho de 2023, 19h11

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Divulgação

Ao assinar o decreto que vai possibilitar a construção de 40 mil casas populares em Mato Grosso, o governador Mauro Mendes lembrou que a conquista da casa própria foi uma realização para ele e para a primeira-dama Virginia Mendes, e também será para milhares de beneficiados pelo programa SER Família Habitação.

A assinatura ocorreu na tarde desta terça-feira (11.07). O programa foi idealizado pela primeira-dama Virginia Mendes para facilitar a aquisição da casa própria aos mato-grossenses, em especial as pessoas de baixa renda, e será executado em parceria com os municípios, Caixa Econômica e Governo Federal. 

“Quando eu casei com a Virginia, nós morávamos de favor na minha sogra. E a gente sonhava em ter nossa própria casa. Eu lembro o dia que nós mudamos para a primeira casinha que compramos lá no Coxipó. E assim como foi realizador para nós, foi tenho certeza que será para cada um daqueles que vão vivenciar isso”, relatou.

Com o novo decreto, o Governo de Mato Grosso concederá subsídios de até R$ 20 mil para complementar o valor da entrada de financiamento da casa própria, que será repassado diretamente à Caixa Econômica Federal, e vai ajudar a baratear a prestação.

Serão beneficiados cidadãos de quatro faixas de renda, desde os que ganham até R$ 200 por membro da família até aqueles com renda até R$ 8 mil. 

“Fazendo uma conta rápido, se conseguirmos viabilizar as 40 mil casas, com subsídio de R$ 20 mil por casa, serão R$ 800 milhões investidos em habitação. É um grande investimento para reduzir esse déficit habitacional e ajudar a realizar milhares de sonhos”, citou. 

Mauro adiantou que cerca de 30 municípios já estão com os processos adiantados para a construção das primeiras milhares de casas populares. 

“O recurso nós temos. Agora precisamos acelerar os processos, arregaçar as mangas e fazer isso acontecer. É nosso dever trabalhar rápido, cobrar das construtoras, procurar mão de obra e colocar o programa em ação”, finalizou.