GESTÃO MUNICIPAL

Segundo PSDB, cargo na Setrat não está sendo negociado com Pátio

Rodrigo Lugli solicitou sua saída da pasta e afirma, assim como Rogério Salles, que o cargo não está sendo negociado pelo partido com Pátio

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12 de Janeiro de 2012, 15h21

Segundo PSDB, cargo na Setrat não está sendo negociado com Pátio
Segundo PSDB, cargo na Setrat não está sendo negociado com Pátio

Rodrigo Lugli que deixa administração para ser candidato à vereadorCom a saída do secretário Municipal de Transportes e Trânsito, Rodrigo Lugli, do alto escalão da administração municipal, que deve ocorrer nos próximos dias, o PSDB poderá de deixar de contar com um nome do partido na pasta. Apesar do presidente do diretório Municipal, Efraim Alves, confirmar a indicação do nome do servidor público de carreira, Jamal Daud, para a pasta ocupada por Lugli, o PSDB deixou claro que não pretende manter uma indicação e nem negociar o cargo.


"Não tem nada imposto por parte do partido. Eu decidi sair e somente estou aguardando a definição do prefeito para deixar o cargo. A decisão de quem ocupará o meu posto é dele e não imposta, nem negociada pelo PSDB", afirmou Lugli.


Para Rodrigo Lugli, que solicitou sua saída da pasta desde 31 de dezembro, o posicionamento do PSDB é bastante claro em defesa de candidatura própria para a Prefeitura de Rondonópolis em 2012 e a permanência de integrantes do partido na gestão Pátio não é de interesse e pode, até mesmo, causar constrangimentos se PMDB e PSDB lançarem candidatos próprios nos próximos meses.


O mesmo posicionamento de Rodrigo Lugli é defendido pelo pré-candidato à prefeitura de Rondonópolis, o empresário, ex-governador e ex-prefeito de Rondonópolis, Rogério Salles. "Nós tivemos uma aliança no passado com o PMDB, para essa eleição nada está definido e caso o prefeito Zé Carlos do Pátio seja candidato, a permanência de representantes do PSDB no alto escalão da Prefeitura ficaria insustentável", destaca.


Salles ressalta que os cargos ocupados por Rodrigo Lugli, na Setrat, e Efraim Alves, na Procuradoria Geral, não fizeram parte de negociações do partido. "Não vamos negociar cargos. Não negociamos antes e, muito menos, faremos agora".