Líderes do PPS criticam tentativa de 'golpe' contra o suplente de senador José Medeiros
12 de Março de 2014, 05h30
O prefeito Percival Muniz reafirmou ontem apoio ao suplente de senador José Antonio Medeiros, que é alvo de uma ação judicial contestando seu direito à sucessão do senador Pedro Taques (PDT). A ação é movida pelo segundo suplente, Paulo Fiúza (SDD), que alega ter ocorrido fraude no registro da chapa em 2010.
"É um despropósito, depois de quatro anos, querer questionar o registro da chapa. Esse questionamento já foi feito pelo povo, que votou em Pedro Taques sabendo que José Medeiros era o primeiro suplente e Fiúza o segundo. Estamos numa democracia, onde se respeita a vontade popular, e, por isso, acho que esse processo não dará em nada", disse Muniz, que também é presidente do PPS em Mato Grosso.
O presidente nacional do PPS, deputado federal Roberto Freire, também anunciou apoio total da legenda a José Medeiros. Em entrevista concedida ao site 'Isso é Notícia', Freire disse ainda que convocará uma entrevista coletiva para denunciar o que chamou de 'complô do poder econômico' para dobrar a lei.
"Isso é algo perigoso, um atentado à democracia e o Brasil inteiro precisa ficar sabendo disso", declarou.
A entrevista, com a participação dos principais veículos de comunicação do país, deve ser programada para a próxima semana. E, talvez, tenha a participação do próprio Medeiros.