cobrança
Servidores da Câmara farão protesto nessa terça (13) por aprovação de PCCS
A Mesa Diretora da Câmara já foi notificada da decisão dos funcionários e recebeu um pedido para uma reunião com todos os vereadores
12 de Maio de 2014, 16h24
Os servidores da Câmara Municipal cruzarão os braços no período da manhã dessa terça-feira, 13, em protesto pela demora na aprovação do seu Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS). A paralisação foi definida em assembleia geral da categoria, que aconteceu na última sexta-feira, 9, e os servidores do Legislativo prometem não trabalhar até o início da Ordem do Dia, que acontece por volta das 13:30 horas, quando se reunirão com os vereadores.
A Mesa Diretora da Câmara já foi notificada da decisão dos funcionários e recebeu um pedido dos mesmos para uma reunião com todos os vereadores para tratar da sua reivindicação e cobrar a celeridade na aprovação do Plano.
O projeto de lei que cria o PCCS dos servidores do Legislativo já está pronto e deve ser votado ainda este mês. O projeto já deveria inclusive ter ido para o Plenário, mas foi retirado para que seja feito um estudo de impacto econômico de uma resolução do Tribunal de Contas do Estado (TCE), que determina que a partir do mês de janeiro deste ano os valores referentes a encargos trabalhistas, rescisões contratuais, pensões e aposentadorias de ex-funcionários, sejam computados como gastos da folha de pagamento, o que não ocorria antes.
"A Mesa Diretora retirou o projeto (da pauta de votação) e pediu que seja feito uma projeção dos impactos na folha para os próximos cinco anos, pois não podemos aprovar um PCCS que venha a inviabilizar a Câmara daqui a alguns anos", afirmou o presidente da Câmara, Ibrahim Zaher (PSD), que garante que o estudo será concluído em breve e o projeto do PCCS dos servidores deve voltar para ser votado em Plenário ainda este mês.