Erros básicos revelam problemas na Câmara e falta de diálogo com Executivo
12 de Setembro de 2013, 07h21
Chamou a atenção ontem (11) a 'barbeiragem' generalizada envolvendo o projeto sobre o prazo máximo para a troca de motos no serviço de mototáxi. De início faltou atenção ao vereador Mauro Campos (PT), autor do projeto. Idem para as comissões de Transporte e Trânsito, presidida por Jailton do Pesque Pague (PDT); de Constituição e Justiça, liderada por Denilson Sodré (PPS) e a de Redação, que tem como presidente o experiente Reginaldo Santos (PPS).
E, claro, faltou também mais cuidado à Mesa Diretora, que levou o projeto à votação, e aos vereadores que aprovaram na semana passada a 'mudança' em uma lei já anulada. Por sorte eles conseguiram contornar o problema e evitar maiores problemas. Mostraram aí alguma habilidade legislativa. Mas ficou a mancha.
Por outro lado, houve falta de tato da Procuradoria Jurídica ao enviar um projeto propondo exatamente o inverso do que havia sido aprovado na semana anterior. Foi, no mínimo, uma provocação aos vereadores.
Na história toda ficou também evidente que continua havendo problemas no diálogo entre o Executivo e Legislativo.
Isso não é bom. Nada bom ...