RACHA
Galli desmente Selma e nega pressão para aceitar menor tempo de TV ao PSL
Deputado nega que partido tenha sido ameaçado de expulsão da coligação
12 de Setembro de 2018, 14h28
O presidente do Diretório Estadual do PSL de Mato Grosso, deputado Victório Galli, afirmou que não foi pressionado por nenhum integrante da coligação Segue em Frente Mato Grosso para assinar a ata em que ficou estabelecido o tempo de cada um dos candidatos ao Senado pela chapa no horário eleitoral. A declaração do parlamentar consta em documento oficial, assinado por ele e encaminhado à Justiça Eleitoral.
A afirmação de Galli contradiz as alegações apresentadas pela candidata ao Senado Selma Arruda (PSL), que informou, sem provas, à Justiça Eleitoral que o presidente estadual do PSL teria sido ameaçado, caso não assinasse a ata. "Meu posicionamento representando o PSL ocorreu sem qualquer vício de consentimento, na medida em que a expressão de minha vontade se deu sem qualquer pressão ou coação", destacou o deputado no documento.
Ele negou também, ao contrário do que diz a juíza aposentada, que não houve nenhuma ameaça de exclusão do partido da coligação como forma de pressioná-lo a assinar a ata. "O encaminhamento para deliberação de expulsão do PSL da majoritária se daria caso a postura da candidata não tomasse outro rumo, que não os constantes ataques infundados, exatamente como consignado na referida ata de reunião", pontuou Galli ao citar a ata da reunião envolvendo os dirigentes dos partidos integrantes da coligação, ocorrida no dia 6 de setembro.
Além de confirmar sua presença no encontro, participação das discussões e rechaçar a tese de que tenha sofrido qualquer tipo de pressão, o presidente do PSL de Mato Grosso explicou que leu a transcrição de todos os encaminhamentos. "Declaro por fim, que li a referida ata já impressa no momento da aposição de minha assinatura".