pedágio polêmico
Barreto volta a criticar pedágio da MT 130 e cobra melhorias na rodovia
Ele chegou a sugerir pelos microfones da AL a suspensão da cobrança por parte da concessionária, até que a mesma efetue reparos no asfalto
13 de Fevereiro de 2014, 09h24
O deputado estadual e líder do Governo no Assembleia Legislativa, o rondonopolitano Jota Barreto (PR), tem criticado duramente a empresa Morro da Mesa, concessionária do pedágio da MT 130, por conta das péssimas condições da rodovia estadual e pelos altos preços pela empresa. Ele chegou a sugerir pelos microfones da AL a suspensão da cobrança por parte da concessionária, até que a mesma efetue reparos no asfaltamento da rodovia.
"Ninguém é contra o pagamento do pedágio, mas da forma como a rodovia está não tem condições", disparou o deputado, criticando o estado de conservação da rodovia, que apresenta inúmeros buracos e não possui acostamento na maior parte do trecho de cerca de 120 quilômetros que ligam Rondonópolis ao município de Primavera do Leste.
Barreto cobra que a empresa cumpra com as suas obrigações firmadas no contrato de concessão da rodovia, que reza que a Morro da Mesa mantenha a mesma em prefeitas condições de trafegabilidade. "Ela tem que cumprir pelo menos 10% do que está no contrato, se não, não há por que a população pagar. Nós também defendemos um pedágio social, com uma taxa diferenciada para os moradores, um diferencial no preço para essas pessoas que vivem e produzem no entorno do pedágio. Essa é uma discussão que toma força no estado, até por que há outras privatizações em pauta e a população tem se colocado contrária", afirmou.
O deputado afirmou ainda que está cobrando um posicionamento da Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados de Mato Grosso (Ager-MT), que no entender do deputado, deveria cobrar da concessionária uma rodovia em boas condições e a redução nos valores cobrados no pedágio, considerados abusivos. "O que nós queremos é que a Morro da Mesa ofereça uma rodovia de qualidade melhor para a população, que não pode pagar pedágio por uma rodovia sem condições de tráfego", concluiu.