SAÚDE
Rondonópolis confirma primeira morte por H1N1
13 de Julho de 2016, 15h14
Via assessoria, a Secretaria Municipal de Saúde de Rondonópolis confirmou a primeira morte por H1N1 no município. Um criança de 10 anos de idade veio a óbito em maio, mas só agora a comprovação da causa foi divulgada.
Em nota, a Pasta informa que o jovem passou por internações na Santa Casa de Misericórdia e Maternidade de Rondonópolis e em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) na capital do Estado, com quadro respiratório grave e deficiência renal aguda.
Neste processo, amostras para exame foram coletadas no município e na capital. A comprovação da causa do óbito da criança foi atestada em Cuiabá no dia 16 de junho e não havia sido, até então, informada à Secretaria Municipal de Saúde. No banco de dados da vigilância epidemiológica de Rondonópolis, tal informação se mantinha em aberto.
Ainda segundo a assessoria, após divulgado pelo Estado, o município, por meio de ofício, foi informado do óbito por H1N1. Profissionais da vigilância epidemiológica procuraram pela família da criança, que não reside mais em Rondonópolis.
"Com este resultado, conclui-se que das mortes suspeitas por H1N1 em Rondonópolis, duas ainda estão em investigação (duas mulheres de 25 e 62 anos de idade), um caso foi descartado e um caso, portanto foi confirmado", segue a nota enviada.
Números
Conforme boletim da Vigilância Epidemiológica, dos 60 casos notificados na cidade de síndrome respiratória aguda grave, 31 permanecem em investigação para H1N1, 20 resultados foram apontados como negativo e nove positivos. Vale lembrar que os exames estão sendo realizados em laboratórios de referência nacional e que exigem certo tempo para emitir os resultados.
O gerente de saúde coletiva, Edgar Prates, alerta a população para que pacientes com sintomas de gripe forte, com dificuldade de respiração, procure atendimento o quanto antes nas unidades de saúde. Vale lembrar que no Brasil segundo último boletim emitido (maio), 588 pessoas morreram vítimas da doença.