OPINIÃO

Como agregar IA aos negócios?

por Leonardo Matt

14 de Outubro de 2022, 16h35

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Divulgação

Ajudar gestores em suas atividades de planejamento gerando mais resultados é o que propõe o BI (Business Intelligence) e a inteligência artificial (IA) quando aplicada aos negócios. Nesse sentido, algumas soluções já disponíveis no mercado são bastante eficientes.

É o caso, por exemplo, do SuperBI, que atende, principalmente, fornecedores de softwares de gestão empresarial – mais especificamente, os sistemas de ERP, e proporciona inúmeras possibilidades. Uma delas é agregar recursos de IA ao BI de maneira simples e intuitiva. Utilizando dados já coletados e estruturados dentro da plataforma de BI, eles podem ser submetidos a uma rotina de cálculo que, com os algoritmos em alguns casos, aplicando técnicas baseadas em redes neurais, apresentam resultados e descobertas que vão ajudar ainda mais os gestores em suas atividades de planejamento. 

Isso é possível? Sim, é. 

Para negócios de comércio e serviços, por exemplo, existe a possibilidade de calcular projeções, apontar tendências, projetar volume de vendas, tráfego em loja e demandas em geral. Tudo com a inteligência artificial baseando-se em dados históricos tratados pelo SuperBI.

Já para empreendimentos da área industrial, usando dados coletados a partir de sensores das máquinas, pode-se prever paradas por falhas. Isso permite à unidade fabril antecipar a manutenção, evitando interrupções de sua linha de produção e, dessa forma, evitando perdas.

A funcionalidade pode atuar, inclusive, no combate a fraudes. Com base em dados de transações realizadas, a inteligência artificial pode detectar comportamentos indicativos suspeitos. Algo necessário – e por isso procurado por ofertas de e-commerce – para diminuir estornos (chargeback) decorrentes de fraudes.

Recursos de IA possibilitam, ainda, prever comorbidades de clientes de empresas de saúde. Isso pode ser feito com base em dados do histórico dos segurados, usando tanto o código de identificação de doenças como o código de serviço médico. É uma funcionalidade de grande importância para operadoras de planos de saúde e clínicas médicas.

Tudo isso com a inteligência artificial baseando-se em dados históricos coletados e armazenados pelo SuperBI.

Para quem é?

Nossa intenção é viabilizar o acesso a essas inovações principalmente a empresas de médio porte. Sabemos que em grandes companhias, que dispõem de orçamentos generosos para a otimização de sua gestão, esses exemplos citados não representam grande novidade. Mas, para organizações menores, isso ainda não é realidade. Ou melhor, não era. Precisamos sempre estruturar a tecnologia para que ela seja democrática e esteja ao alcance de todos.

Por Leonardo Matt, CEO da SuperBI