Transparência

Câmara aprova projeto que obriga divulgação na internet da lista dos médicos plantonistas

Projeto foi aprovado com 14 votos e dois vereadores que são médicos votaram contra; Ibrahim Zaher disse que medida não gera custos extras.

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14 de Agosto de 2013, 22h27

Câmara aprova projeto que obriga divulgação na internet da lista dos médicos plantonistas
Câmara aprova projeto que obriga divulgação na internet da lista dos médicos plantonistas

Ibrahim Zaher disse que a medida visa facilitar a fiscalização dos plantõesEm breve qualquer cidadão de Rondonópolis poderá verificar na internet quem são os médicos de plantão nas unidades de Saúde do município - incluindo o PA, a Policlínica e o Hospital Municipal. Pelo menos é isso o que prevê o projeto aprovado na tarde desta quarta-feira (14) na Câmara de Vereadores. Dos 21 vereadores, apenas Manoel da Silva Neto (PMDB) e Hélio Pichioni (PR), votaram contra. Os dois são médicos.

O projeto de autoria do vereador e presidente da Câmara, Ibrahim Zaher (PSD) estabelece que os nomes dos plantonistas, horários e locais de trabalho sejam informados pela Secretaria Municipal de Saúde e divulgados no site que a Prefeitura mantém na internet.

O serviço deverá ter um link especial, com destaque na página inicial do site, e também oferecerá um telefone e endereço de e-mail para o registro de reclamações ou sugestões sobre o atendimento nas unidades de Saúde.

"Não haverá custo algum, pois a Prefeitura já dispõe de equipamentos e profissionais para fazer alterações no site. Por outro lado, vamos facilitar a fiscalização. Será importante para a população e também para os gestores", avalia.

Conforme Zaher, os registros feitos deverão ser analisados pela Secretaria Municipal de Saúde e deverão ser respondidos posteriormente também via internet.

Trâmite
O projeto estabelecendo a divulgação dos plantões chegou a entrar na pauta de votação na semana passada, mas foi retirado a pedido do próprio Ibrahim Zaher - que estava viajando.

Como já havia sido aprovado nas comissões legislativas, o projeto seguiu direto para votação no plenário e foi aprovado sem muita dificuldade, com 14 votos favoráveis e apenas dois contrários.

Com a aprovação, o projeto segue agora para a sanção do prefeito Percival Muniz.