Sem acordo para desocupação, situação do André Maggi oscila entre as esferas policial e eleitoral
14 de Agosto de 2014, 14h41
Os representantes do Ministério Público Federal descartaram qualquer possibilidade de autorizar a permanência das famílias que desde abril ocupam as casas do residencial André Maggi. Como as tentativas de negociar uma saída pacífica fracassaram, a situação voltou para a esfera policial e o desfecho é incerto.
O caso foi devolvido à Polícia Federal, que deve coordenar a desocupação com o apoio da Polícia Militar. Mas ninguém sabe ao certo quando isso ocorrerá.
Nos bastidores, a informação é que os ocupantes resistem apostando na covardia das autoridades diante do momento eleitoral. Acreditam que, caso não consigam manter a posse das casas, serão agraciados com benesses como as oferecidas às famílias que hoje vivem no Alfredo de Castro, Conquista e Ananias Filho.