FEMININO NA BERLINDA

O lado obscuro do Cuiabá Esporte Clube; o modelo de gestão moderna e profissional de futebol em MT

por Da redação

14 de Agosto de 2024, 08h43

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Divulgação

Mais um problema de gestão do futebol do Cuiabá Esporte Clube, veio à tona neste final de semana, após o time feminino do clube entrar em campo pelo Mato-grossense, com apenas nove jogadoras diante do Operário FC. A partida que não chegou ao seu fim, apresentou a vitória do tricolor por 1 a 0, onde as atletas do Dourado se retiraram logo em seguida ao gol sofrido, ainda segundo a sumula do arbitro, as jogadoras do Cuiabá retornaram 25 minutos depois, para na sequencia três atletas alegarem lesão e a partida ser encerrada por número insuficiente de jogadoras por parte do Cuiabá. Uma derrota para o futebol de Mato Grosso.

Uma série de descasos da diretoria cuiabanista culminou neste desfecho melancólico e degradante para as atletas que entraram em campo. Segundo uma jogadora ouvida pela reportagem do GE-MT, a decisão inicial do plantel era não entrar em campo. Porém, para evitar o W.O., que acarretaria em multa de R$ 20 mil, “decidiram” iniciar o confronto. Mas história não seria bem “decidiram”, a informação de bastidores é que o grupo teria sido coagido com a ameaça que o valor da multa seria descontado do bolso das atletas caso o W.O. fosse confirmado.

A impressão passada com tais ações da diretoria do Dourado, lê-se o poderoso Cristiano Dresch, que o futebol feminino existe no clube apenas de forma protocolar, para cumprir a exigência da CBF da manutenção de um departamento de futebol feminino de clubes participantes da Serie A e B do Brasileirão.

Relato dos bastidores do caso: