RONDONÓPOLIS
Futuro de vigilante acusado de matar porteira a tiros em condomínio ainda não foi decidido
A Justiça vai agendar uma 2ª audiência de instrução para decidir o futuro dele
15 de Janeiro de 2020, 15h59
O vigilante Bruno de Lima Pereira, 27, acusado de matar a porteira Renecléia Aparecida Bispo, de 41 anos, passou por uma audiência, nessa terça-feira (14), em Rondonópolis (MT), para definir se ele vai a júri popular. Porém, a Justiça vai agendar uma 2ª audiência de instrução para decidir o futuro dele.
A defesa do vigilante informou que a audiência foi dividida porque algumas testemunhas de defesa não foram ouvidas. Compareceram na audiência cinco testemunhas de acusação e apenas uma de defesa. Só depois de todos os tramites, o juiz decidirá se Bruno irá ou não a júri popular.
O trabalho da defesa é provar a insanidade mental do acusado na época do fato.
O caso
O vigilante e Renecléia trabalhavam em um condomínio de luxo. No dia 24 de setembro de 2019, testemunhas disseram que ele chegou de moto e teria efetuado vários disparos contra a vítima, que estava na portaria do local.
A mulher foi encaminhada para o Hospital Regional, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Já Bruno fugiu de moto pela MT-270, sentido Guiratinga (MT). Após ser atingido por uma caminhonete, ele abandonou o veículo e fugiu a pé pelo mato.
O acusado foi preso pela Polícia Militar (PM) dois dias após a morte da colega e teria confessado o assassinato.