Saúde

Palestras marcaram ações da Secretaria de Saúde no Dia Internacional do Homem em Rondonópolis

O maior motivo apontado por especialistas para prevalência de doenças graves nessa faixa etária, é a falta de procura aos serviços.

por GazetaMT

15 de Julho de 2013, 16h59

Palestras marcaram ações da Secretaria de Saúde no Dia Internacional do Homem em Rondonópolis
Palestras marcaram ações da Secretaria de Saúde no Dia Internacional do Homem em Rondonópolis

O Dia Internacional do Homem, comemorado nesta segunda-feira (15), foi marcado por palestras para os servidores da Secretaria Municipal de Saúde, durante um café da manhã no auditório, e  para 150 soldados no 18º Grupo de Artilharia de Campanha (GAC), no quartel, no início da tarde. A programação foi realizada pelo Departamento de Ações Programáticas da Secretaria Municipal de Saúde em que o ginecologista-obstetra, José Felipe Horta Júnior, falou sobre o câncer de próstata, cólon e reto.

Uma terceira palestra também foi realizada para a comunidade atendida pelo PSF da Vila Mamed. Além da informações repassadas pelo médico durante a palestra, os participantes receberam material educativo e preservativos.

A gerente do Departamento de Ações Programáticas, Eliane Ormond, lembra que os principais objetivos para a comemoração do Dia Internacional do Homem é melhorar a saúde dos homens (especialmente os mais jovens), melhorar a relação entre gêneros e promover a igualdade entre gêneros e destacar papéis positivos de homens, combater o sexismo, celebrar suas conquistas e contribuições na comunidade, nas famílias, no casamento e na criação dos filhos.

Eliane destaca que o foco da Política Nacional da Saúde o homem, implantada em 2009 pelo Governo Federal, são adultos entre 20 a 59 anos de idade, que somam mais 2,5 milhões de brasileiros. "Conforme relatório do Instituto Nacional do Câncer (Inca), a cada três mortes de adultos, duas são de homens, sendo o câncer de próstata uma das causas mais frequentes de mortes (crescimento de 120 % nos últimos 34 anos), juntamente com infatos do miocárdio, acidentes vasculares cerebrais (AVC's), pneumonia, cirrose e diabetes".

O principal motivo apontado por especialistas para a maior prevalência de doenças graves nessa faixa etária, é a falta de procura aos serviços de saúde, para a realização de avaliações de rotina. Muitos procuram os serviços médicos, quando já apresentam alguma enfermidade, normalmente já em estado avançado.