AGRO É POP!
Sindicato Rural de Sinop “detona” Fávaro e Neri por apoio a Lula, e deputado retruca pesado
15 de Julho de 2022, 13h19
A nota de repúdio do Sindicato Rural de Sinop, divulgada publicamente nesta quinta (14), que manifesta desagravo ao pré-candidato ao Senado, deputado federal Neri Geller (PP) e ao senador Carlos Fávaro (PSD), após anunciarem nesta semana seus apoios ao ex-presidente Lula (PT), em sua candidatura à presidência da República.
A repercussão foi imediata, tanto que Neri Geller em entrevista a TV Cidade Verde disparou. “Falam do “Ministro da Dilma”, mas esquecem que foi neste governo que o agronegócio teve R$ 25 bilhões liberados para construir armazéns por todo o país. Então não adianta fazerem nota de repúdio contra mim, pois eu tenho orgulho de ter feito parte do governo passado, porque tenho trabalho prestado e café no bule, fervendo.”
Veja parte da entrevista:
Leia a nota de repúdio:
O Sindicato Rural de Sinop, a pedidos de seus associados, vem a público para comunicar seu repúdio com a atitude de apoio de Carlos Fávaro e Neri Gueller à eleição de candidatos dos partidos dos trabalhadores. Como é de conhecimento público, o Partido dos Trabalhadores atua em conjunto e apóia o M.S.T., organização criminosa que invade, depreda, incendeia propriedades adquiridas com trabalho e esforço de famílias honestas. Ademais, o ex-presidiário candidato a Presidente já acena para o controle da imprensa, propriedades e, conseqüentemente, pretende tirar a liberdade da população brasileira impondo regime socialista como na Venezuela e em Cuba, tudo apoiado pelo Foro de São Paulo, organização politicamente criminosa fundada pelo ex-presidiário e Fidel Castro. O apoio nefasto de dois candidatos que se dizem do agro visa apenas a dar suporte a um só grupo econômico, que iMaggina monopolizar o transporte e o mercado de milho, soja e algodão, tendo um de seus representantes um ex-senador. Esse apoio político de “Fávaro e Nerizão” revelam apenas que seus perfis não estão voltados ao Agro e à família brasileira, mas demonstra ação retrógrada e oportunista, que vem, de forma acintosa, desconstruir os avanços obtidos nos legítimos movimentos sociais do setor produtivo, envergonhando os produtores rurais que tanto trabalharam para esse Estado.