BOM DE NEGÓCIO
Maggi chega ao Vietnã consolidando eficácia em garantir negócios e investimentos para o Brasil
15 de Setembro de 2016, 08h50
"Oi Vietnã! Chegamos! Aqui são 16:10 e fui recebido com flores, já que é a cultura daqui. Nossa agenda será intensa, temos reuniões com a Câmara de Indústria e Comércio, com o ministro da agricultura, depois, com um grupo de empresários, enfim, na nossa pauta está a habilitação de estabelecimentos de carnes bovinas, suínas e aves; exportação de farinha e lácteos pelo Brasil, entre outras coisas. Vamos todos torcer".
A frase acima foi portada na tarde de ontem pelo ministro da Agricultura Blairo Maggi, em uma da sua redes sociais oficiais. Acompanhando o post, uma foto que mostra a vista pela janela do avião e outra sua sendo recebido com flores, como manda o figurino em terras vietnamitas.
Maggi segue em sua peregrinação internacional buscando estreitar laços comerciais e garantir investimentos em solo brasileiro. Tem, até o momento, obtido sucesso na empreitada. Sua visita à Coreia do Sul rendeu bons frutos: exatos 211 milhões de dólares, vindos de acordos firmados junto a empresários. 200 milhões foram fechados, segundo informa, em investimentos no agronegócio e infraestrutura. Um acordo de exportação de manga será responsável pelos outros 11 milhões de dólares, de acordo com a Revista Veja.
Maggi passou também pela China. Outras reportagens informam que, segundo o próprio ministro, o volume financeiro de negócios consolidados chegou as 55 milhões de dólares, nos ramos de carne, café, grãos e madeira. Em nota divulgada por sua assessoria, Maggi diz que a viagem também abriu caminho para investimentos no Brasil em agroindústria, infraestrutura e logística.
O roteiro internacional segue, ainda, pelos países Tailândia, Mianmar, Malásia e índia.
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Sem qualquer sinal de arranhadura, Blairo tem se destacado. Talvez seja, hoje, o ministro de maior visibilidade no cenário nacional e com a principal responsabilidade econômica: trazer investimentos que ajudem o Brasil e superar o momento de crise. Nestes termos, nenhum ministro frente a outra Pasta se compara ao papel quem vem desempenhando.
Maggi passou com moral até mesmo pelos olhos atentos e críticos dos órgãos em defesa do meio ambiente. Sinal de novos tempos.