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Acadêmicos de Medicina da UFMT conhecem a estrutura da rede municipal de saúde

A palestra ocorreu no auditório da Saúde promovendo aos 80 alunos presentes, o contato com a equipe e coordenadores de programas

por GazetaMT

16 de Junho de 2016, 08h31

Acadêmicos de Medicina da UFMT conhecem a estrutura da rede municipal de saúde
Acadêmicos de Medicina da UFMT conhecem a estrutura da rede municipal de saúde

Como parte das atividades da primeira semana de aula do curso de Medicina da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) campus Rondonópolis, a Secretaria Municipal de Saúde recebeu, a pedido da coordenação acadêmica, os calouros e também alunos de outros semestres para uma apresentação sobre o funcionamento da atenção básica de saúde do município.

A palestra ocorreu no auditório da Saúde promovendo aos 80 alunos presentes, o contato com a equipe e coordenadores de programas. Palestrou a enfermeira Niceli Matos, a coordenadora de ações programáticas Eliane Ormund, e o enfermeiro responsável pelo Pronto Atendimento adulto, Leoncast Bizerra de Souza.

Conforme os professores, a maior parte dos universitários não é de Rondonópolis e nem do estado, e por isso não conhecem a estrutura da cidade. O objetivo é fazer com que o estudante de familiarize com o sistema municipal de saúde.

"Esse contato é muito importante, principalmente para os calouros que conhecem muito pouco do funcionamento da rede. Mas em um todo, precisamos desses esclarecimentos para executar um bom trabalho, mesmo que durante o curso", define o acadêmico Thiago Lara da Rocha.

Para a professora do curso de Medicina, responsável pela disciplina de Interação Comunitária, Laura Valdiane Luz Melo, o curso da UFMT coloca o aluno desde o primeiro semestre na prática, por isso, é importante esse acolhimento, pois possuem uma boa bagagem teórica, mas na prática ainda não conhecem a realidade.

A gerente do Departamento de Atenção Básica, Magda Rosa Lima, avalia que é importante ressaltar que a saúde de Rondonópolis conta com uma boa estrutura, e que as unidades de Estratégia de Saúde da Família (ESF´s) cobrem cerca de 60% da população. Mediante essas informações, é possível mostrar o trabalho executado no município e as projeções para o futuro da saúde que atualmente conta com 38 ESF´s, Policlínicas, quatro Centros de Saúde, Laboratório Central, Pronto Atendimento Adulto e Hospital da Criança, Samu, Centro de Nefrologia, farmácia, entre outros.

"Desde já é importante os acadêmicos entenderem que a porta de entrada do usuário do SUS é as unidades de Estratégias de Saúde da Família. Temos uma boa estrutura. Queremos que estes futuros médicos venham compor nossa equipe fortalecendo o que mais prezamos a prevenção que é a promoção da saúde", ponderou Magda.