Em baixa
Dilma continua em queda e Marina Silva cresce, aponta pesquisa CNT
Dilma teria hoje os votos de 33,4% dos eleitores brasileiros, cerca de 19% a menos que os 52,8% apontados em junho.
16 de Julho de 2013, 11h43
As intenções de voto e também a avaliação positiva do governo da presidenta Dilma Rousseff continuam em queda. É o que mostra a nova pesquisa divulgada hoje (16) pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT), que ouviu 2.002 mil pessoas, em 134 municípios de 20 estados, entre os dias 7 e 10 de julho. Os dados mostram que Dilma teria hoje os votos de 33,4% dos eleitores brasileiros, cerca de 19% a menos que os 52,8% apontados na pesquisa realizada em junho. A aprovação do Governo, que antes era de 54,2%, agora alcança 31,3%.
Também houve uma queda considerável no que diz respeito a avaliação do desempenho pessoal da presidenta, que despencou de 73,7% em junho para 49,3% no mês atual. No total, 47,3% desaprovam a gestão de Dilma. Em junho, os que desaprovavam o governo eram 20,4% dos entrevistados.
A pesquisa registra que a queda na avaliação da atuação da presidenta Dilma ocorre após as manifestações públicas realizadas por todo o país "as quais foram motivadas, principalmente, por insatisfação elevada com a qualidade dos serviços públicos, gastos com a Copa do Mundo e com a corrupção", diz o texto.
Marina cresce
Entre os prováveis adversários da presidente Dilma Rousseff nas eleições do ano que vem, Marina Silva foi a que mais cresceu e conta agora com 20,7% das intenções de voto contra os 12,5% verificados na pesquisa anterior. O senador Aécio Neves (PSDB-MG), que tinha 17% das intenções em junho, caiu para a terceira posição com 15,2%. Já o governador pernambucano Eduardo Campos (PSB) subiu de 3,7% para 7,4% na última pesquisa.
A pesquisa CNT foi realizada em parceria com o instituto MDA e tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais.