OBRAS EMERGENCIAIS
Desenvolvimento Econômico começa a mexer nos acessos dos distritos industriais
Secretário assume que acessos estão impossibilitando o trânsito
17 de Janeiro de 2017, 17h01
O secretário de Desenvolvimento Econômico de Rondonópolis Milton Araújo terminou o levantamento dos problemas mais graves de infraestrutura dos distritos industriais da cidade.
Na tarde desta terça-feira foram traçados os planos de trabalho para começar a restauração das vias de acesso do distrito Vetorasso. "A Avenida dos Transportes, a principal da região do Vetorasso, está intransitável. Esta via liga as BRs 364 à 163 e cruza todo o distrito. A cada cruzamento tem verdadeiras crateras e precisamos consertar o mais rápido possível".
Só na Avenida dos Transportes circulam de 600 a 800 carretas por dia nesta época de colheita da soja e o movimento só não está maior em função da paralisação dos transportadores de grãos.
No outro lado da cidade, no Distrito Rondonópolis, o mais antigo, o problema é ainda mais sério e foi constatado no final de dezembro. "Lá tivemos de interditar a avenida de acesso ao parque industrial. O bueiro que canaliza o córrego Piscina rompeu e o risco de desabamento é grande. Já movimentamos a Secretaria Municipal de Infraestrutura - Sinfra, para refazer parte da avenida", explicou o secretário Milton.
As demandas foram encaminhadas para a Sinfra e a secretária Nívea Calzolari acompanhou a equipe técnica e fez o diagnóstico da situação. "Nossa primeira ação foi desobstruir o canal que passa embaixo da avenida. Como o material usado na canalização é de metal, acabou rompendo e manter o tráfego era muito arriscado. A solução foi interditar para evitar acidentes", disse Nívea.
Já nos próximos dias a Sinfra deverá iniciar as obras, que foram garantidas com abertura de crédito suplementar aprovado pela Câmara de Vereadores na sessão extraordinária da última segunda-feira (16).
PREJUÍZO
O empresário Jurelino de Carvalho sofre com os estragos na avenida principal do Distrito Industrial. "É desde o fim de dezembro passado que eu contabilizo o prejuízo na minha empresa. Todos os caminhões que passavam aqui para carregar na ADM usavam o serviço do Lava Jato e agora meu movimento caiu em mais de 50%", reclama Jurelino.
Outra preocupação do empresário é com os riscos que a população sofre. "Tem gente que passa aqui mesmo com todos os estragos. É um perigo".
O empresário torce para que tudo seja resolvido o mais rápido possível, para que a população da região, os caminhoneiros e funcionários das empresas do distrito Industrial voltem à normalidade.