TRANSPORTE COLETIVO

Em reunião vereadores pedem celeridade ao processo licitatório em Rondonópolis

Contrato com atual prestadora está vencido. Projeto fica a cargo da Setrat

por GazetaMT

17 de Janeiro de 2018, 14h48

Em reunião vereadores pedem celeridade ao processo licitatório em Rondonópolis
Em reunião vereadores pedem celeridade ao processo licitatório em Rondonópolis

Foto: AssessoriaTer um transporte coletivo de qualidade e que atenda a população de Rondonópolis. Com esse objetivo, os vereadores Rodrigo da Zaeli (PSDB), Adonias Fernandes (PMDB) e Orestes Miraglia (SD) participaram, junto ao prefeito Zé Carlos do Pátio e os secretários municipais de Transporte e Trânsito, Rodrigo Metello e Administração, Leandro Arduini, de uma reunião onde pediram celeridade no processo licitatório para o transporte público de passageiros. Com o projeto em mãos, os parlamentares pretendem fazer uma audiência pública para discutir com a sociedade o modelo de transporte coletivo que a cidade precisa.

"O prefeito se comprometeu de encaminhar o projeto para a Câmara de Rondonópolis até sexta-feira e, a partir daí chamaremos a sociedade para discutir o que a cidade precisa e deseja. Assim que o modelo de projeto chegar à Casa de Leis, eu e os vereadores chamaremos a comunidade para o debate. A ideia é acelerar o processo, pois muitas melhorias só serão possíveis após o término deste processo licitatório", explicou o presidente da Câmara de Rondonópolis, vereador Rodrigo da Zaeli.

A elaboração do projeto vai ficar sob a responsabilidade da Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito, que deve encaminhar uma comissão para, junto aos vereadores, discutir com a sociedade e chegar ao documento final, que servirá como modelo para o edital licitado. Zaeli explicou que é preciso exigir melhorias, mas dentro da realidade da cidade, pois a minuta anterior exigiu-se algumas vantagens que, para muitas empresas, seriam inviáveis.

"O ideal é que tenhamos um transporte público com veículos novos, que tenham ar condicionado, que façam interligação entre as linhas, mas que também contemple a instalação e manutenção de abrigos para os usuários. Só que não podemos esquecer nossa realidade: temos uma cidade espalhada e com poucos usuários do transporte coletivo, o que desmotiva as empresas a participarem do processo, pois o serviço se torna caro. Temos que pensar em uma forma de atendermos a população com um serviço de qualidade, sem espantarmos as empresas que prestam este serviço", concluiu.