Na mira
Roseli Barbosa terá que depor sobre rombo milionário em Secretaria Estadual
17 de Novembro de 2014, 06h04
O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ligado ao Ministério Público Estadual (MPE), ainda não conseguiu convocar a primeira-dama do Estado Roseli Barbosa, para depor no inquérito que apura irregularidades descobertas na 'Operação Arqueiro'.
Conforme a investigação, houve favorecimento em licitações para firmar contratos milionários com instituições fajutas. O rombo passa dos 20 milhões de reais - dinheiro que deveria ser usado para amparar crianças órfãs, doentes e projetos sociais destinados à população de baixa renda.
Os contratos sob suspeita foram feitos durante a gestão de Roseli Barbosa na Secretaria Estadual de Trabalho e Assistência Social e, segundo se comenta nos bastidores, há gravações comprometedoras entre a ex-secretária e as instituições que receberam a grana.
O Gaeco espera oficializar a intimação de Roseli nesta semana e acredita que o depoimento dela deve ser tomado até o final deste mês.