no legislativo
Câmara realiza última sessão ordinária do ano e PCCS podem ser votado em extraordinária
De acordo com o presidente do Legislativo, Manoel Lourisvaldo de Oliveira, o Fulô (PMDB), o balanço geral do ano legislativo é positivo
17 de Dezembro de 2015, 10h17
Os vereadores realizaram nessa quarta-feira, 16, a última Sessão Ordinária do Legislativo no ano. Projetos importantes, como os novos Planos de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) dos servidores municipais ainda tramitam pelas comissões da Casa e podem ser votados em Sessão Extraordinária.
De acordo com o presidente do Legislativo, Manoel Lourisvaldo de Oliveira, o Fulô (PMDB), o balanço geral do ano legislativo é muito positivo e apesar de projetos pendentes, os projetos estão em andamento. "Foram vários projetos tanto dos vereadores quanto do Executivo que tramitaram aqui e quase todos foram votados prontamente. O único projeto realmente importante que ainda está pendente é o do PCCS dos servidores, mas nós ainda estamos buscando um consenso com o sindicato da categoria sobre algumas questões e se precisar, nós vamos nos reunir novamente para votar ele ainda este ano. Mas se não der, no início de janeiro nós queremos votar eles", declarou.
"O ano legislativo foi muito bom, muito produtivo, aprovamos projetos importantes para a cidade e para a administração municipal fizemos cinco sessões solenes para homenagear as pessoas que ajudam a cidade a crescer. Eu e todos os vereadores estamos muito contentes com o resultado do nosso trabalho este ano", emendou.
Devolução de duodécimo
Sobre a já anunciada devolução de parte do Duodécimo da Câmara, Fulô confirma que devem ser algo que varia de R$ 800 mil a 1 milhão, que devem retornar aos cofres do Executivo até o fim desse mês e o dinheiro deve ser utilizado para quitar parte da dívida do Município com a Santa Casa de Misericórdia e parte do recurso deve ir para a Coder (Companhia de Desenvolvimento de Rondonópolis), que paga parcelas altas de um refinanciamento de dívidas trabalhistas adquiridas em gestões anteriores.
"Nós não temos como determinar como gastar isso, quem determina é o prefeito. Mas nós vamos devolver sim, não só por que não podemos ficar com o dinheiro, mas por que temos que ajudar a cidade", concluiu Fulô.
O recesso do Legislativo termina no próximo dia 15 de janeiro, quando servidores e vereadores retomar seus trabalhos.