OPINIÃO
Os impactos Econômico e Sustentável são palco de discussão e busca de melhorias nos processos no setor de saúde suplementa
17 de Maio de 2022, 08h55
Há cinco anos, a Saúde Suplementar é discutida na TMJOBS em eventos que circulam o Brasil o ano todo e durante a Hospitalar, reunindo os principais players, contratantes, operadoras, seguradoras, auto-gestão, cooperativas, prestadores e órgãos que regulam o setor para praticar as boas práticas e promover o diálogo e interesses das partes. Todos perceberam a importância desse diálogo e fazer com que todas as partes fossem de alguma forma beneficiados e menos prejudicado.
Hoje, já são mais 54 milhões de pessoas que utilizam a Saúde Suplementar como forma de obtenção de serviços assistenciais. Foram mais de 18 milhões de adesões em 6 anos, o que representa um crescimento de cerca de 50% no número de pessoas que são atendidas pelo setor privado desde aquele ano.
Existe um grande interesse das partes, mas o foco sempre é o paciente, é defender os interesses de usuários no sistema, as empresas contratantes estão mais atuantes, se envolvem na contratação de serviços de saúde, com objetivo de entender quais são os melhores processos e meios para saúde e bem estar da sua população.
Durante o Congresso, além da importância da regulação, serão abordados temas sobre ampliações, fusões e aquisições que movimentam o setor, como a APS, o atendimento primário em Saúde pode melhorar a gestão do setor, a gestão de saúde populacional de sua carteira de beneficiários e de seus colaboradores, além de inovação e tendências que melhoram a visão sistêmica do setor.
A pandemia acelerou muito o avanço da telemedicina, da promoção e prevenção em saúde, foram estabelecidas regras, padrões de oferta de serviços, medidas de saneamento de planos, regras de ressarcimento ao SUS, entre outras. A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) é importante nesse processo de regulação do setor, assim como a FenaSaúde, IESS, ASAP, IBRAVS, ambas com estudos, dados, pesquisas de mercado, financeira e até decisória, assemelhando-se às demais agências reguladoras, quanto à estrutura organizacional. Todas possuem um papel importante na regulação do mercado, possibilitando estender o papel de regulação para o controle da assistência no setor e para as condições financeiras das empresas.
Entregar mais valor em saúde com qualidade e melhorando os processos é o que mais se discute, já que os recursos financeiros estão cada vez mais limitados.
Precisamos ampliar a visão, trazer profundas reflexões e, principalmente, o que já tem sido realizado, de forma prática. É o que faremos durante os quatro dias do Congresso na Hospitalar entre os dias 17 a 20 de maio no período da tarde das 13h ás 19h. Estamos certos de que sempre existe espaço que precisam ser aperfeiçoados e esses encontros promovem o aprendizado que precisa ser constante.
*Tania Machado é CEO da TM Jobs, rede completa de negócios no segmento de saúde que conecta profissionais e empresas para que juntos possam construir um novo cenário para o setor. É também presidente do HUBR+ABPRH - Associação Paulista de Recursos Humanos e de Gestores de Pessoas.
Com mais de 20 anos de atuação e experiência na área da saúde, é também fundadora e responsável pela gestão do Business Club Healthcare, iniciativa que reúne lideranças de saúde para discutir boas práticas de gestão e governança por meio de encontros presenciais pelo Brasil e América Latina.
Sua longa trajetória traz como diferencial um profundo conhecimento do setor. Possui forte relacionamento com líderes e formadores de opinião do setor de saúde, estabeleceu alianças importantes com diversas entidades e associações de classe do setor.
Atua como Palestrante, Conselheira do IBRAVS – Instituto Brasileiro de Valor em Saúde, apresentadora do canal Valor em Saúde, programa semanal com entrevistas, hospedado no Youtube e no Spotify e Sócia do Movimento Somos60 mais.