"POUCO CASO" AFIRMA CAMPOS
DEM rachado não define consenso sobre suplementar
Polarização é entrave entre os membros do partido que se encontra completamente "rachado"
17 de Agosto de 2020, 09h03
O DEM dos irmãos Campos, de Várzea Grande (região metropolitana), ainda conversa bastante para tentar convencer seus correligionários a remarem para um lado só, o lado do pré-candidato Nilson Leitão, pelo PSDB, à vaga da senadora cassada Selma Arruda, formando a coligação.
Porém, uma das lideranças mais respeitadas do Democratas, o governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, apoia o então senador, que assumiu a vaga temporariamente, Carlos Fávaro (PSD), e o presidente da Assembleia do Estado, Eduardo Botelho rema para o grupo do vice-governador Otaviano Pivetta (PDT).
Contudo, em declaração recente à imprensa, o ‘fundador’ do DEM, ex-senador Júlio Campos, entende que os colegas estão fazendo “pouco caso” do partido. Campos aceitou o convite de primeiro suplente do postulante tucano Nilson Leitão.