RONDONÓPOLIS
Motoristas do Grupo Petrópolis podem entrar em greve, caso empresa não feche acordo salarial
Os colaboradores da empresa reivindicam o reajuste de salários em 5% conforme o reajuste previsto em Convenção coletiva de trabalho
18 de Outubro de 2023, 09h16
O Sindicato dos Trabalhadores de Transporte de Rondonópolis e Região não descarta aprovar , em Assembleia, um indicativo de greve, em relação aos profissionais que atuam no Grupo Petrópolis, em Rondonópolis, o motivo é que não está havendo acordo entre a categoria e a empresa com realização ao acordo coletivo firmado este ano.
O presidente do STTRR, Afonso Aragão, afirmou que tem mantido conversações com a empresa, em busca de uma renovação do acordo coletivo de trabalho. “O problema é que não houve consenso acerca do reajuste de salários e benefícios aos motoristas”, disse.
Os colaboradores da empresa reivindicam o reajuste de salários em 5% conforme o reajuste previsto em Convenção coletiva de trabalho para a categoria de transporte de cargas da região equiparando o reajuste aos demais trabalhadores do Setor.
A reivindicação dos colaboradores busca além do reajuste anual conforme aplicado a toda a categoria do transporte local, a compensação de perdas dos anos anteriores em período de pandemia e pós pandemia em que os reajustes inexistiram ou foram abaixo da inflação.
“Como não estamos chegando a um acordo, vamos ter que ir para assembleia, em breve, onde serão definidas as próximas linhas de negociação, que vão desde o ingresso de eventuais medidas judiciais cabíveis até a realização de movimentos paredistas ou greve dos colaboradores”, disse o presidente do STTRR.
Afonso ainda explicou que a Petrópolis está sendo exceção neste processo, pois a maioria das empresas com área de atuação dentro dos limites do STTRR tem acatado e aderido o acordo coletivo.