renovação
PDT fará convenção estadual para eleger diretório; Zeca deve ser reconduzido à presidência
A convenção estadual do PDT acontecerá no próximo dia 30, a partir das 8:30 horas, no Hotel Fazenda Mato Grosso, em Cuiabá
18 de Novembro de 2013, 16h01
Os filiados ao Partido Democrático Trabalhista (PDT) se reunirão em uma convenção estadual no próximo dia 30, para elegerem a nova direção da legenda no estado. O deputado estadual Zeca Viana, atual presidente, deve ser reconduzido para a presidência da legenda.
"Eu não pretendia continuar na frente do partido, mas vou ter que montar uma chapa a pedido dos companheiros, que me pediram para continuar na presidência. Minha única exigência é que o (senador) Pedro Taques e o (Otaviano) Pivetta (prefeito de Lucas do Rio Verde) continuassem na primeira e segunda vice-presidência comigo", informou.
De acordo com Viana, é esperada a participação de cerca de 400 a 500 filiados dos 136 municípios existam direções pedetistas no estado e a eleição deve ser disputada por chapa única.
O presidente municipal do partido, o vereador Jailton do Pesque Pague, declarou que a sigla ainda deve reunir durante essa semana para debater a participação na convenção. "Nós queremos reunir a executiva e os ex-candidatos a vereadores para ouvirmos os companheiros sobre a renovação da nossa direção estadual, e também para planejarmos a nossa ida até a convenção", disse.
O vereador informou ainda que cerca de 30 pessoas deverão representar o município no evento partidário estadual.
A convenção estadual do PDT acontecerá no próximo dia 30, a partir das 8:30 horas, no Hotel Fazenda Mato Grosso, em Cuiabá. O evento contará com a presença do presidente nacional da legenda, o ex-ministro Carlos Luppi.
Sucessão estadual
Sobre a provável candidatura do senador Pedro Taques ao governo do estado em 2014, Zeca Viana diz que as articulações andam de 'vento em popa'. "Temos sido procurados por diversos partidos e lideranças, temos conversado muito e a candidatura do Pedro tem crescido muito, de forma que não existe a possibilidade de recuarmos dela. Nossa única preocupação era com as nossas coligações, mas fomos liberados pela direção nacional para coligarmos com quem quisermos", afirmou.
A 'liberação' a que se refere o presidente estadual do PDT é com relação às coligações com partidos que não fazem parte da base de sustentação do Governo Federal, como o PSDB e DEM, que devem coligar com o PDT e apoiar Taques no estado.
Em nível nacional, o PDT é aliado da presidente Dilma Rousseff (PT) e ocupa o Ministério do Trabalho, que tem à frente Manoel Dias.