DESTRUÍDAS
Mais de 2,6 toneladas de drogas são incineradas em 2015
O entorpecente é resultado de grandes apreensões realizadas até setembro deste ano.
18 de Novembro de 2015, 06h56
A segunda incineração de entorpecentes do ano de 2015 levou a destruição de 1.340 quilos de drogas, na manhã desta terça-feira (17.11), na fornalha da empresa Agroindústria, localizada no Distrito Industrial, em Cuiabá. Foram destruídos 296 quilos de cocaína e 1.044 de maconha que somados aos 1.275 quilos queimados em maio passado totaliza 2.615 kg de drogas incinerados.
O entorpecente é resultado de grandes apreensões realizadas até setembro deste ano, em operações da Polícia Civil e da Polícia Militar, na região metropolitana e ações específicas de investigações da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE) na fronteira. A quantidade mínima é de 58 quilos apreendidos.
O delegado titular da DRE, Juliano Silva de Carvalho, explicou que após a homologação da apreensão, a droga é encaminhada à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) para laudo preliminar, que guarda uma montante para o laudo definitivo, e ainda uma amostra para contraprova. "Após isso há um pedido judicial e o juiz nos autoriza a fazer a incineração desse entorpecente que não mais será utilizado, nem para constatação definitiva e nem para contraprova. O resto é tudo destruído", disse.
A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) realizou a vistoria nos lacres dos entorpecentes com o objetivo de garantir a integridade das substâncias que foram processadas. O procedimento é padrão e faz parte da cadeia de custódia da prova pericial. Segundo o perito criminal Paulo Sérgio Vasconcelos?, gerente de Perícias em Química Forense,? o trabalho é realizado em diversas etapas, desde o recebimento da substância no Laboratório Forense para exame até separação e controle na Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) para a incineração.
O transporte da droga foi realizada sob escolta de policiais da Gerência de Operações Especiais (GOE).