GUINADA

Com eleitorado e novos prefeitos, PMDB se torna maior força política do Estado

por GazetaMT

18 de Novembro de 2016, 07h47

Com eleitorado e novos prefeitos, PMDB se torna maior força política do Estado
Com eleitorado e novos prefeitos, PMDB se torna maior força política do Estado

Dados publicados pela imprensa da capital do Estado apontam o Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) como a principal força política de Mato Grosso após as eleições municipais de 2016. Com 28% do eleitorado em todo o território, o partido contará, ainda, com 11 Prefeituras a partir de 1 de janeiro do próximo ano.

Respingo do PMDB nacional, em Mato Grosso o partido do Presidente da República, Michel Teme,r acresceu recente popularidade e acumulou candidaturas majoritárias, além dos almejantes ao Legislativo. Saiu das barras dos amigos a sigla há tempos, em alusão, decorativa.

Quatro das 11 maiores cidades pólos do Estado vão ser comandadas por peemedebistas, sendo eles Emanuel Pinheiro (Cuiabá) e os reeleitos Fábio Junqueira (Tangará da Serra), Asiel Bezerra (Alta Floresta) e Beto Farias (Barra do Garças).

Cenário

No curso natural da balança política, teve partido perdendo espaço. Caso do PSDB, que vivera recente "baby boom", consequência da filiação do governador do Estado Pedro Taques, em 2015. Atualmente, o partido se mantém como segunda sigla mais poderosa de Mato Grosso. Num comparativo entre os quem saem e entram, o PMDB continua com quatro prefeitos destas principais cidades; o PSDB sai de um para dois prefeitos e também passam a ter representatividade o Solidariedade, o PR e o PSD.

Mais fundo

Perderam espaço o PSB do prefeito cuiabano Mauro Mendes e o DEM, tradicional sigla dos Campos. E o PPS do rondonopolitano Percival Muniz fica de fora das maiores prefeituras.

Os demais partidos contam com uma prefeitura cada. O Solidariedade vai comandar Rondonópolis com José Carlos do Pátio, segunda economia e terceira em população do Estado. O DEM só tem, entre os 11 maiores pólos, Várzea Grande, com Lucimar Campos. O PR passa a administrar Sinop, chamada de capital do Nortão, com a empresária Rosana Martinelli. Já o PSB, hoje com três entre as principais prefeituras, corre risco de ficar sem nenhuma. É que o filiado da legenda socialista Getúlio Viana, mesmo sendo o mais votado em Primavera do Leste, está impedido de assumir a prefeitura. Teve registro impugnado e luta na Justiça, na esperança de reverter a situação.

Enquanto o PPS, hoje com apenas um prefeito nos pólos principais (Percival Muniz em Rondonópolis ), perde espaço, o PSD do vice-governador Carlos Fávaro entra nas estatísticas das maiores cidades. Vai comandar Lucas do Rio Verde, com Luiz Binotti.