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Wellington Fagundes (PR) cobra resposta da Prefeitura em relação à obra da travessia urbana

Parlamentar disse que vereadores precisam cobrar prestação de contas e exigir agilidade do Executivo Municipal

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18 de Fevereiro de 2013, 14h27

Wellington Fagundes (PR) cobra resposta da Prefeitura em relação à obra da travessia urbana
Wellington Fagundes (PR) cobra resposta da Prefeitura em relação à obra da travessia urbana

Fagundes disse que papel de deputados federais é arrumar recursos, execução e fiscalização cabem à Prefeitura

O deputado federal Wellington Fagundes (PR) disse hoje (18) que a Prefeitura de Rondonópolis é a responsável pelos problemas na obra da travessia urbana da BR-364 e cobrou uma atitude do atual prefeito, Percival Muniz (PPS) e também dos vereadores do município. As declarações foram feitas durante a participação de Fagundes no manifesto realizado na manhã desta segunda-feira em protesto contra a demora na conclusão das obras.

"No caso da travessia urbana o papel do deputado federal foi arrumar os recursos. A responsabilidade pela execução não é da Câmara Federal ou mesmo do Ministério dos Transportes, é da Prefeitura. Penso que os vereadores devem se reunir com o prefeito cobrar a prestação de contas do convênio e buscar meios para agilizar a obra", sugeriu Fagundes.

O parlamentar lembrou que a Prefeitura anunciou uma auditoria para checar os detalhes da obra, que foi lançada em 2009 e está orçada em cerca de R$ 54 milhões. Para Wellington, assim que tiver as informações o Executivo Municipal precisa se posicionar rapidamente e dar uma resposta à sociedade.

"Se achar conveniente a Prefeitura pode cancelar o contrato com a empresa ou mesmo o convênio com o próprio DNIT", afirmou.

Outras obras
Questionado pelos manifestantes, Wellington Fagundes falou também sobre as outras duas obras que tem dificultando o tráfego no perímetro urbano da BR-364. Conforme ele, a obra da passagem subterrânea sofreu um pequeno atraso devido ao período de chuvas, mas está dentro do prazo previsto.

Já a construção do Viaduto, que começou há quase 20 anos, estaria dependendo de algumas medidas para ser finalizada. Conforme Fagundes, a cerca de dois meses atrás foi definida a questão da desapropriação de um terreno, que há anos vinha impedindo a continuidade da obra. Porém é preciso ainda viabilizar recursos para uma obra complementar de drenagem, que não estava prevista no projeto original.