CRIME BRUTAL

Idosa morre após ser espancada e estuprada em sua residência em MT; suspeito é preso

O caso ocorreu na manhã de domingo (17), quando a filha da vítima a encontrou caída no chão da casa, em Nobres.

por Cuiabá, MT - Daffiny Delgado

18 de Março de 2019, 07h37

Idosa morre após ser espancada e estuprada em sua residência em MT; suspeito é preso
Idosa morre após ser espancada e estuprada em sua residência em MT; suspeito é preso

Uma idosa de 92 anos morreu neste domingo (17), após ter sido espancada e estuprada dentro de sua residência, em Nobres. O acusado do crime foi identificado como, Alexandro Antunes de Oliveira da Silva, de 29 anos que foi preso pela Polícia Militar.

Os militares foram acionados sobre uma situação de estupro por volta das 08h30, em uma casa situada no bairro Jardim Paraná.

De acordo com o boletim de ocorrência, a filha da vítima disse que encontrou a idosa caída no chão da residência.

A idosa apresentava sinais de espancamento, com vários hematomas pelo corpo e contou a testemunha, ter sido estuprada por um homem meio forte, moreno e de estatura meio baixa.

Imediatamente uma ambulância foi acionada e encaminharam a idosa em estado grave ao hospital do município. No entanto, a polícia foi informada que ela não resistiu aos ferimentos.

Após realizado o crime brutal, o criminoso fugiu deixando um pé do chinelo que calçava na residência da vítima.

A polícia após colher informações sobre a característica do suspeito, foi até a residência de um homem com as mesmas características já conhecido da PM, que possui diversas passagens criminais.

Alexandro conhecido pela alcunha de Pacu, foi encontrado em uma propriedade ás margens do Rio Cuiabá, em uma localidade conhecida como, Pindura.

Ainda conforme o documento, o chinelo apreendido na casa da vítima serviu no pé de Alexandro. Diante da suspeita ele foi conduzido para reconhecimento.

Uma testemunha afirmou aos policiais que ele esteve na casa da vítima dias antes para realizar a pintura do imóvel.

Os militares constataram que Alexandro era monitorado por tornozeleira eletrônica, foi feita a checagem do equipamento e constatado que ele esteve na casa da vítima por duas horas no dia do crime.

Em depoimento, o criminoso negou o crime. Ele foi encaminhado à delegacia da cidade para as providências cabíveis.