Despertando: Educadores não querem mais ser 'burros de carga' de interesses alheios

por GazetaMT

18 de Maio de 2014, 06h20

Despertando: Educadores não querem mais ser 'burros de carga' de interesses alheios
Despertando: Educadores não querem mais ser 'burros de carga' de interesses alheios

Demorou. Mas parece que 'caiu a ficha' dos educadores da rede municipal. Perceberem que a greve deflagrada pelo Sispmur beneficiava principalmente os funcionários que já têm bons salários e, despertos, tiveram participação decisiva na assembléia que encerrou a paralisação.

Na história toda, muitas lições. A primeira é que, como quase sempre ocorre nas paralisações do funcionalismo municipal, os servidores da Educação demonstraram poder de mobilização e praticamente carregaram a greve 'nas costas'. A segunda lição, mais importante, é que eles precisam usar a força que têm em favor próprio. Se tivessem feito isso nos últimos 20 anos, hoje certamente estariam ganhando bem melhor e não teríamos marajás na Prefeitura.

Aliás, já há entre os educadores um movimento visando a criação de um sindicato próprio. Este movimento é liderado por servidores experientes que alegam estar cansados da manipulação. Não querem mais ver a categoria atuando como ''burro de carga' para interesses espúrios.