ASSASSINO CRUEL
Absurdo | Internautas criam perfil em `defesa´ de serial Killer satanista
Dá pra acreditar?
18 de Junho de 2021, 06h57
O assassino cruel, serial killer e estuprador, Lázaro Barbosa, de 32 anos, está sendo de certa forma `homenageado´ com um perfil em uma rede social, onde as pessoas pedem que o criminoso não seja morto.
Conforme a página (https://www.instagram.com/naom..._) , eles apoiam a prisão e o tratamento de Lázaro. "Apoiamos a prisão e tratamento de Lázaro! Que seja decisão divina se uma vida deve ou não ser tirada. #nãomatemlázaro" , diz a descrição. Vale ressaltar que o bandido já foi preso e fugiu algumas vezes.

Para quem ainda não tem conhecimento a respeito dos crimes bárbaros cometidos pelo bandido, que ainda é acusado de satanismo, nós iremos detalhar para você a seguir.
Há, e quem apoia ou pensa em apoiar a página, nós perguntamos, pensaram em criar também um perfil em apoio as vítimas dos crimes cometidos por Lázaro? Pense bem.
CRIMES
Lázaro é apontado como autor dos assassinatos de Cláudio Vidal de Oliveira, 48, Gustavo Vidal, 21, e Carlos Eduardo Vidal, 15, a família morta em Ceilândia. Os corpos estavam sob folhas para que não fossem vistos pelas buscas aéreas da polícia.
Cleonice Andrade, 43, foi levada como refém e seu corpo foi localizado três dias depois, às margens de um córrego, sem roupas. Conforme a polícia, a vítima foi executada com um tiro na nuca.
Desde então, há relatos que apontam a invasão por ele em outras propriedades no DF e em Goiás, tendo trocado tiros com um funcionário de uma fazenda, roubado armas, veículos e, obrigado um caseiro a cozinhar e fumar maconha com ele.
Além do quádruplo latrocínio em Ceilândia, é atribuída a ele uma tentativa do mesmo crime em 2020, ao invadir uma chácara em Goiás para roubar e atingir um idoso com um machado.
CONDENADO NA BAHIA
Seu histórico de crimes tem cerca de 13 anos. Lázaro possui condenação por duplo homicídio na Bahia. É considerado foragido da Justiça também por estupro, roubo à mão armada e porte ilegal de arma de fogo, acusação que o levou à cadeia em 2013 no DF.
Após três anos, ele foi colocado em regime semiaberto e fugiu. Em 2018, Sousa foi preso pela polícia de Goiás, mas conseguiu escapar novamente. Desde então, vem sendo procurado pela polícia.