ELEIÇÕES RONDONÓPOLIS

Partidos que hoje não têm representantes na Câmara se organizam

Com o aumento no número de vereadores, de 12 para 21, siglas que não elegeram vereadores nas últimas eleições correm atrás do prejuízo

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19 de Janeiro de 2012, 12h37

Partidos que hoje não têm representantes na Câmara se organizam
Partidos que hoje não têm representantes na Câmara se organizam

Presidente do PT, Mauro Campos, que aponta meta de três vereadores (Foto:DR)Com a aprovação da lei que aumentou o número de vereadores para Rondonópolis, de 12 para 21, os partidos políticos já começam a se organizar para ocupar o maior número de cadeiras possíveis na Casa de Leis. Alguns partidos, como o DEM, PT e PDT que não elegeram vereadores nos últimos pleitos, estão correndo atrás do prejuízo para fortalecer as siglas.


A meta dos democratas é eleger pelo menos um integrante na Câmara, já a do PT, que aposta na majoritária para esta eleição, a meta mínima é de três cadeiras. O PDT também segue a linha do PT, com a meta de eleger, pelo menos três vereadores.


Hoje, a Câmara Municipal conta com representantes de apenas seis partidos: cinco do PMDB; três do PSD e do PR; um do PP e outro do PPS. Com o aumento no número de cadeiras para 2013, essa realidade pode mudar completamente, com uma divisão maior na representação das siglas partidárias, e é isso que os partidos estão buscando.

Presidente do DEM, Israel Borges, que aposta em nomes de peso para vagas da Câmara
Os democratas se reuniram na terça-feira (17) para fortalecer o número de pré-candidaturas para vereador. Segundo o presidente do diretório, Israel Borges, o partido pode até lançar candidatura própria para a prefeitura, mas a intenção principal é o fortalecimento do partido com a eleição de vereadores. "Temos já nomes fortes e sabemos que podemos eleger pelo menos um vereador", destacou.


Já o projeto do PT, que desde setembro de 2005 não possui uma cadeira no legislativo municipal é apostar na majoritária. A sigla possui 30 pré-candidatos a vereador e ainda pretende lançar candidato próprio para prefeito, o que não ocorre, segundo o presidente do diretório municipal, Mauro Campos, desde 1986, e eleger no mínimo, três vereadores.


"Hoje, 95% do partido apoia uma candidatura própria e com isso um possível fortalecimento do partido, com a eleição de representantes na Câmara", afirma Juca Lemos, um dos pré-candidatos do partido ao cargo no poder executivo municipal.


Meta do PDT, segundo o presidente, Carlos Vanzeli, é eleger três (Foto: DR)O PDT, conforme o presidente do diretório, Carlos Vanzeli, já conta com 41 pré-candidatos ao legislativo municipal e pretende eleger, no mínimo, três, finalizando com um período de duas legislaturas sem representantes na Casa de Leis.


Assim como o PT, o PDT também defende candidatura própria, em chapa pura, ou em coligações, mas o objetivo maior, segundo Vanzeli, é o fortalecimento da sigla, que tem ganhado espaço no Estado e possui projetos claros para 2014, especialmente, com o atual senador Pedro Taques.


A redação do GazetaMT também tentou entrar em contato com os diretórios do PTB, PSL e PC do B, mas não obteve êxito.