DOM AQUINO
Prefeitura deve realizar audiências públicas para avaliar metas fiscais
TCE recomendou ao Legislativo que determine ao Poder Executivo que envie todas as informações ao cumprimento da regular prestação de contas
19 de Novembro de 2017, 07h00
A atual administração pública do município de Dom Aquino deve realizar as audiências públicas quadrimestrais, para avaliação do cumprimento das metas fiscais, conforme exigência da Lei Complementar 101/2000, principalmente quanto as contas do município, em respeito ao princípio da transparência. Outro alerta feito pelo Tribunal de Contas de Mato Grosso é que as peças de Planejamento (PPA, LDO, LOA) sejam elaboradas de acordo com os preceitos constitucionais e legais. São as recomendações feitas pela Corte de Contas presentes no parecer prévio favorável à aprovação das contas de governo referentes ao exercício de 2016, sob a responsabilidade de Josair Jeremias Lopes, julgadas na sessão ordinária do dia 14.
A relatora do processo nº 844433/2016, conselheira interina Jaqueline Jacobsen Marques, recomendou ao Poder Legislativo de Dom Aquino que determine ao Poder Executivo Municipal que envie ao TCE-MT, dentro do prazo regulamentar, por meio do Sistema Aplic, todas as informações necessárias ao cumprimento da boa e regular prestação de contas. O atual gestor deve também promover reserva específica de Programa de Manutenção do Conselho Tutelar nas futuras elaborações da LOA e não medir esforços no sentido de melhorar a posição com relação ao Índice de Gestão Fiscal Municipal - IGFM. Foi verificado pela auditoria que, no exercício de 2016, a gestão do município de Dom Aquino alcançou o conceito D, classificado como Gestão Crítica, pois o seu resultado correspondeu a 0,28 do IGFM Geral.
A relatora ainda recomendou que sejam executadas medidas no sentido de aperfeiçoar o planejamento e a realização das políticas públicas na área da educação e saúde, visando a uma mudança positiva na situação e encaminhe o plano de providências, no prazo de 60 dias, "com objetivo de melhorar a posição dos indicadores da área de Saúde e Educação, para monitoramento por este Tribunal de Contas", finalizou.