ELEIÇÕES 2016

Com processo eleitoral mais curto, pleito para prefeitura de Rondonópolis começa a se desenhar

por GazetaMT

02 de Janeiro de 2016, 11h44

Com processo eleitoral mais curto, pleito para prefeitura de Rondonópolis começa a se desenhar
Com processo eleitoral mais curto, pleito para prefeitura de Rondonópolis começa a se desenhar

Com 2015 ficando para história e o ano novo mostrando sua cara, o política local começa a costurar a colcha de retalhos que se transforma a disputa a prefeitura de Rondonópolis. Com o recesso parlamentar, as lideranças políticas da cidade  aproveitaram o final de 2015, para mesmo de forma tímida, na visão do Buxixo iniciar as conversas nos bastidores e deixar alguns nomes no ar, para principalmente sentir a repercussão nas bases e na sociedade.

A Coluna do Buxixo acompanhou a temporada de "especulações" no finalzinho de 2015, e não tivemos muitas novidades do se já era de conhecimento de todos. O cenário se encaminha para uma disputa entre 3 nomes de peso ou até quatro, o que seria  algo inédito em Rondonópolis.

Desta forma o atual prefeito Percival Muniz(PPS) e candidato e reeleição teria como rivais, o ex-prefeito José Carlos do Pátio(SD), que vem já há algum tempo articulando sua candidatura, juntamente com sua base que migrou com ele na troca do PMDB pelo Solidariedade,além de uma possível apoio dos partidos "nanicos", o que já aconteceu em eleições passadas.

Outro nome que sempre aparece quando o assunto é o paço municipal é o do deputado estadual Nininho(PR) e a moral veio do líder maior da sigla em  Mato Grosso, o senador da república Wellington Fagundes, onde em férias na cidade "deixou" escapar sua predileção por Nininho como favorito a ser o candidato republicano neste pleito.

Além do trio, um quarto nome pode surgir do partido daquele que seria na ótica do Buxixo, o "favoritaço" a retornar ao comando da prefeitura municipal, o Partido Socialista Brasileiro do ex-prefeito e deputado federal Adilton Sachetti. Aliás a pergunta recorrente em entrevistas a imprensa neste  último ano para Sachetti era se ele viria para a disputa, um possibilidade que sempre rechaçou, desta vez Adilton ponderou que a sigla pode colocar um nome na disputa e claro com todo o peso de seu apadrinhamento.

Ainda se apresentam alguns nomes que correm por fora do cenário, mas com pouca expressão ou rodagem política que mereçam anotação, por enquanto.

Um ponto que vem sendo analisado com atenção pelos partidos  é o período de campanha para este ano,o mais curto da história recente das eleições no Brasil, com apenas 35 dias de propaganda eleitoral no rádio e na TV começam em 26 de agosto, um tempo menor para a apresentação de propostas e plataforma de governo, o que poderia em tese ser vantajoso para Muniz, que por estar no poder teria o que mostrar neste espaço curto de tempo e já os rivais não poderiam perder os minutos preciosos com ataques a administração e sim mostrando  o que teriam de diferente do que está sem realizado em Rondonópolis.

Vamos acompanhar